O governador Marcelo Miranda apresentou à Fesserto (Federação dos Sindicatos de Servidores Públicos do Tocantins), na tarde desta terça-feira, 6 de setembro, uma proposta de pagamento do retroativo da data-base de 2015 e da data-base de 2016.

A proposta foi apresentada pelo governador e o Comitê Gestor do governo aos dirigentes da Fesserto e às seguintes entidades: Sindifiscal (Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Tocantins), Sinfito-TO  (Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais do Tocantins), Sindjor (Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Tocantins), Sinpol-TO (Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins), Sindagro (Sindicato dos Profissionais de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins), AFA-TO (Associação dos Funcionários da Adapec), Asmir-TO (Associação dos Militares, Reformados, da Ativa e seus Pensionistas do Estado do Tocantins) e Aometo (Associação dos Oficiais Militares do Estado do Tocantins).

Pela proposta apresentada, o retroativo da data-base de 2015 será pago em 12 vezes a partir de janeiro de 2017. Já a data-base de 2016, será quitada da seguinte forma: 2% em janeiro de 2017; 2% em maio de 2017 e o restante em setembro do mesmo, a depender da evolução da RCL (Receita Corrente Líquida).

Agora, a Fesserto convida todos os sindicatos de servidores estaduais, filiados ou não à entidade, para uma reunião geral próxima segunda-feira, 12 de setembro, às 14 horas, na sede do Sindifiscal, localizado na quadra 301 Norte, para debater a proposta apresentada pelo governador.

Expediente

Na reunião, o governador Marcelo Miranda consultou os líderes sindicais presentes sobre a jornada contínua de 6 horas, em substituição a atual jornada de 8 horas em dois turnos. Os líderes sindicais concordam com a mudança, que traz economia de telefone, material de escritório, energia elétrica e todo tipo de consumo. “Nós concordamos com essa mudança de jornada, pois já está comprovado que ela é produtiva, traz economia e proporciona uma melhor qualidade de trabalho para os servidores”, frisou o presidente do Sindifiscal, Carlos Campos.

 

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