Foto: Agnaldo Daniel dos Santos
Foto: Agnaldo Daniel dos Santos

Fazer uma viagem de férias exige um bom planejamento. Às vezes, são meses ou mesmo anos guardando dinheiro e abrindo mão de pequenos prazeres para juntar grana.

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Vale quase tudo: economizar no cafezinho, fazer plantão de madrugada para conseguir uma promoção de passagem aérea, pesquisar hospedagem mais em conta, pegar dicas de lugares mais baratos para comer…Só não dá para abrir mão do seguro viagem – afinal, você não vai querer que um imprevisto estrague seus poucos dias de vida boa, não é?

A técnica em enfermagem Aline Vadasz de Oliveira Nacev, 33 anos, sabe muito bem disso. Quando decidiu a ir com o marido e um casal de amigos para uma aventura de 20 dias pelos Estados Unidos, em 2015, a moradora de São José dos Campos (SP) planejou todos os detalhes: das passagens aos passeios, organizou tudo por conta e fez questão de contratar um bom seguro viagem.

“Como iríamos ficar 20 dias longe de casa e não contratamos nenhuma agência de viagens, pensamos que era bom termos respaldo caso acontecesse alguma coisa, como o extravio de alguma bagagem”, conta.

Aline e seu grupo partiram para o trajeto que incluiu visitar uma amiga em Washington, seguir de ônibus para Nova York, de avião para Orlando e de carro para Miami. E foi na reta final que veio o susto.

Em um mesmo dia, ela passou quatro horas sentada no carro para chegar a Miami, mais de uma hora sentada visitando pontos turísticos de ônibus e outra hora num passeio de barco. “No final do dia, minha perna estava muito inchada e dura, pesada. Eu mal conseguia levantá-la”, recorda. “Pensei que fosse uma trombose e liguei para minha irmã, que é enfermeira. Ela mostrou a foto para uma médica e ambas me aconselharam a procurar atendimento médico. Se fosse esse o diagnóstico, eu não poderia pegar o avião dois dias depois de volta ao Brasil”, relata.

Aflita, Aline voltou a Orlando e, já à noite, acionou o seguro viagem. “Achava que iriam me indicar um hospital para ir, mas descobri que o médico viria até mim, o que já foi ótimo. Uma enfermeira falou comigo o tempo todo até que ele chegasse, em cerca de meia hora. Foi tudo muito ágil”, lembra, aliviada.

Após os exames, o médico a tranquilizou. Um problema muscular acompanhado por um inchaço eram as causas da dor. Recomendou que Aline usasse uma meia de compressão para poder aproveitar o último dia de passeio.

Mesmo com o problema sob controle, a equipe médica seguiu atenta: fazia ligações regulares para saber da evolução do quadro. “Chegando no Brasil, me ligaram de novo para saber se estava tudo bem. Eu conversava com um brasileiro que me auxiliava na tradução. Mesmo falando bem inglês, eu não domino certos termos técnicos e poderia não conseguir entender exatamente o que o médico dizia. Deu tudo certo graças a eles, que foram rápidos, responsáveis e muito cuidadosos”, conta Aline.

A satisfação com o atendimento é ainda maior quando ela pensa no baixo investimento que teve de fazer para ser tão bem amparada. “Ao estudarmos os planos, ficamos felizes de conseguirmos nos manter dentro do orçamento. Foi um valor relativamente baixo para tudo o que me ofereceram. Até hoje sou muito grata”, diz.

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