Foto: Acipa

O Diário oficial publicado na última sexta, 14, autoriza o funcionamento das escolas particulares desde que ocorra de forma escalonada, em sistema híbrido e com 50% da capacidade de cada área escolar. A flexibilização foi justificada pela redução das taxas de ocupação dos leitos de UTI e pela efetividade dos protocolos de segurança.

Segundo a diretora do Centro de Educação Infantil Alecrim Dourado, Edlusa Portela, “a publicação do Diário Oficial é um primeiro passo na relação de diálogo entre rede de ensino privada e Município”, mediada de acordo com ela, pelo vice-governador do Estado, Wanderlei Barbosa. A diretora celebra o momento, destacando o ânimo gerado pela decisão, que permite “voltar a ter projetos, voltar a pensar num plano a médio prazo. Isso é maravilhoso”, conta.

Para Joseph Madeira, presidente da Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa), as escolas já estavam preparadas para este momento, com base na experiência local e de outras grandes cidades que fizeram este retorno mais cedo, como foi o caso de Belo Horizonte, Goiânia, e no Tocantins, Araguaína. “Não estamos falando apenas dos empresários das escolas, são sonhos, planos e projetos que envolvem muitas pessoas, dentre elas, pais e mães de famílias retomaram suas atividades de trabalho e não têm com quem deixar seus filhos. O retorno é necessário e por isso será, como foi até aqui, realizado com extremo cuidado baseado naquilo que já foi observado funcionar em outras cidades”, avalia o presidente.

Acipa reforçou pedido – Desde a suspensão das atividades presenciais das escolas da rede privada de ensino, a Acipa integrou uma série de agendas para dialogar internamente e também com a esfera pública de poder. Além das assembleias gerais, edição especial do Café com Empresários e defesa da pauta nas reuniões com a Prefeitura de Palmas, no último dia 27, o presidente da entidade esteve com representantes das escolas privadas quando estes se organizaram em frente à Assembleia Legislativa pelo retorno das aulas presenciais para a educação infantil, de forma segura, e obedecendo os padrões de saúde.

Com a preparação adequada das escolas, o risco é reduzido – Conforme explica a diretora Edlusa Portela, as escolas já estavam preparadas. “Desde o ano passado a escola desenvolveu protocolos de como lidar com a pandemia, com aferição de temperatura, um trabalho avançado de parceria entre escola e família, com a conscientização da importância da lavagem das mãos, do distanciamento e nesta perspectiva, trabalhando outras expressões de carinho e afeto que preservem o distanciamento” informa.

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