Novembro azul
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Com o tema “Câncer de próstata, a gente precisa tocar nesse assunto”, funcionários e pacientes do Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Tocantins (HDT/UFT), maioria do sexo masculino, participaram do diálogo sementes (método de bate-papo em que o convidado expõe sua vivência com relação a temática tratada) com o médico urologista e professor da UFT, José Antônio.

A ação ocorreu na manhã desta terça-feira (22) no hall do hospital, localizado em Araguaína (TO), e foi marcado pela interação entre os participantes e o esclarecimento de dúvidas sobre os mitos e verdades com relação ao câncer de próstata. O superintendente do hospital universitário, José Pereira Guimarães Neto avaliou o encontro como bastante positivo tendo em vista que despertou nos participantes a necessidade de procurar um urologista.

Na ocasião, o especialista enfatizou a importância de se ter um diagnóstico precoce, no qual segundo ele, as chances de cura são de 95%. “Existem dois tipos de exames, um de sangue e o outro, o toque retal, que nada mais é do que um procedimento de cinco segundos para verificar se há alguma alteração na próstata. É recomendado que se faça o exame acima dos 50 anos, mas caso haja histórico familiar, pode ser feito a partir dos 45”, explicou o médico, que lembrou ainda a necessidade em se trabalhar as políticas públicas voltadas para esse público.

Para o porteiro, Paulo Fernandes Nunes a maior barreira que os homens precisam romper, é a do “machismo”, que faz com que muitos não se submetam ao exame. “A iniciativa do hospital de trazer essa discussão foi muito boa, porém precisamos falar desse preconceito com que nós homens tratamos o assunto para que haja uma mudança de atitude”, comentou.

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