Publicitário Marcos Milhomens
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Convenções realizadas. Candidatos definidos.

O processo eleitoral na capital se afunila.

Parece que um determinado candidato desistiu antes de começar. Coisas da política.

Como Jack, O estripador, vamos por partes:

Todo mundo sabe que oposição desunida faz a alegria da situação. Mas não precisava ser tanto não é?

Analisemos:

Um palanque, feito de última hora, unindo inimigos, tanto ideológicos quanto pessoais, no apagar das luzes, sob a iminência inevitável da inelegibilidade daquele que conduz.

Alguns com a falsa esperança de herdar, se um dia houve de fato, a militância. Surge aí outra questão delicada, quem será o candidato?

O barco já afundou e eles nem sabem.

Entre o coisa nenhuma e o tanto faz, alguns candidatos retardatários pululam por aí. Com indicadores insignificantes nas pesquisas devem apenas repetir discursos prontos. Nada que surpreenda.

Do outro lado da cidade, a candidata “picolé de chuchu” tenta explicar o inexplicável. Força uma candidatura ao paço municipal com menos de 2 anos de mandato como Vice-Governadora. O Estado beira o caos. A inércia é perene. Uma iminente greve geral dos servidores públicos estaduais se avizinha. O HGP é um hospital, como dizem os noticiários nacionais, em estado de guerra. Este que vos escreve tem uma pergunta latente: Qual a envergadura moral para pedir voto num cenário desses?

Quanto mais subestimam a inteligência do eleitor, mas se aproximam do ostracismo.

Talvez essa seja a tão famigerada “Velha política”. O mesmo modus operandi. As mesmas estratégias. Os mesmos perfis. As mesmíssimas e previsíveis práticas.

Não convencem mais ninguém.

Por fim, o Prefeito, candidato a Reeleição mantém a coerência. Ele conseguiu reproduzir o mesmo cenário de 2012. Todos contra ele. Mas como cada eleição é uma história, em 2016 será diferente. Diferente por que o ranço da incógnita. Da dúvida, já acabou. Ele mostrou a que veio. Transformou essa cidade. Isso é absolutamente inegável.

As más línguas dizem que é “maquiagem”. Honestamente, prefiro “maquiagem” à buracos. A uma cidade suja e mal cuidada.

Palmas nova. Diferente. Plural e democrática. É assim que tem que ser.

É assim que será.

Marcos Milhomens, Publicitário

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