Deputado Eduardo Siqueira Campos
Deputado Eduardo Siqueira Campos

Neste domingo, 05, o jornal Estadão publicou uma matéria noticiando sobre a delação premiada de Benedito Oliveira Neto, o Bené, onde ele falou que pagou propina para Eduardo Siqueira Campos em 2012, na época o atual deputado estadual era secretário de Estado, na gestão do ex-governador José Wilson Siqueira Campos.

De acordo com a matéria, os pagamentos foram no valor de R$ 600 mil entregues a dois funcionários do governo à época e R$ 450 mil foram divididos entre o diretor do Detran e o então secretário Eduardo Siqueira Campos. A propina teria sido por um contrato para confeccionar cartilha para educação no trânsito.

Benedito Oliveira Neto, o Bené, é investigado na Operação Acrônimo.

O deputado estadual Eduardo Siquiera Campos enviou uma nota negando as declarações do delator, confira:

Nota

Em virtude da citação do deputado Eduardo Siqueira Campos em nota divulgada pela imprensa em relação a delação de Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, esta assessoria informa o que segue:

1) A operação teve início em 2014;

2)Dela resultou encaminhamento ao MPF e STJ;

3) Em nenhuma dessas fases, o deputado Eduardo Siqueira Campos foi intimado nem mesmo com testemunha;

4) O processo corre em segredo de Justiça. Sendo autorizado apenas às partes o acesso ao processo para que apresentem suas defesas, o que não é o caso do deputado Eduardo Siqueira, que não é parte no processo, ou seja, não é acusado.

5) Já ocorreram indiciamento e pedido de investigação contra várias pessoas. Nada contra o deputado Eduardo Siqueira Campos;

6) Se as próprias instâncias envolvidas não o intimaram, não solicitaram qualquer esclarecimento, não o indiciaram,  o deputado fica impossibilitado de se pronunciar, uma vez que a parte da delação divulgada na imprensa se refere a terceiros;

7) A partir de então, ficam apenas duas certezas, a condenação, investigação sobre o nome do deputado ou indiciamento que não ocorreram nem na Policia Federal, nem no Ministério Publico Federal e nem no Superior Tribunal de Justiça, porém já passam a ser condenação na mídia e nas redes sociais sem que o deputado tenha sequer tomado conhecimento do teor dos autos.

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