Os vereadores da base do governo de Palmas, e alguns da oposição, aprovaram a prestação de contas do secretário municipal da Saúde, Nésio Fernandes, feita nesta terça-feira, 31 de maio, em sessão especial na Câmara. O secretário detalhou o quadro financeiro da pasta, os avanços em cobertura e estrutura que a área da saúde teve na Capital durante os últimos quatro anos. Ele também lamentou a dívida de mais de R$ 18 milhões que o governo do Estado tem para com a Prefeitura de Palmas por não repassar recursos previstos para a saúde.

Para o vereador Iratã Abreu (PSD), a sessão foi muito positiva, tanto que nos temas abordados pelos vereadores de oposição à gestão Carlos Amastha (PSB) a saúde praticamente não apareceu. “Na verdade, temos que avaliar as coisas boas e esperar que as coisas melhorem ainda mais”, frisou Iratã, ao dizer que o avanço na cobertura primária na saúde de 62% para 92% da população é incontestável.

Iratã lembrou que a atenção básica é fundamental na gestão municipal, pois esta diminui drasticamente a necessidade de ter serviços de média complexidade. “Nós sabemos que é praticamente impossível para o poder público concorrer em valores com a iniciativa privada na média complexidade, por isso tem que ter uma atenção básica forte, evitando doenças”, frisou.

Folha

Colega de partido de Iratã, José do Lago Folha (PSD) destacou que passou da hora dos vereadores de Palmas se unirem e exigirem do governo do Estado que ele repasse os mais de R$ 18 milhões atrasados para a saúde de Palmas. Segundo ele, esse dinheiro faz muita falta e ajudaria Palmas a melhorar, ainda mais, os serviços prestados para a população.

Major Negreiros

O vereador Major Negreiros (PSB) também cobrou os colegas. “Nenhum destes vereadores da oposição foi atrás dos R$ 18 milhões que o Estado deve. Nenhum dos vereadores foi atrás do seu deputado que tem R$ 2 milhões em emendas para destinar algo para a saúde de Palmas”, destacou Negreiros.

O vereador destacou que a gestão por mais recursos para a Saúde de Palmas, por exemplo, poderia viabilizar o funcionamento de uma unidade de saúde que pudesse atender casos menos complexos em Taquaruçu, pois os moradores do distritos estão sem atendimento de urgência após às 18 horas e precisam se deslocar até Taquaralto.

Os vereadores Claudemir Portugal (PRP), Aadão Índio (PSL) e Waldson da Agesp (PT) foram alguns dos parlamentares que elogiaram o trabalho da Secretaria da Saúde.

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