Os moradores de Palmas e mais sete cidades do entorno ficaram sem a assistência de urgência e emergência do Serviço de Atendimento Móvel (Samu) por 12h, nesta segunda-feira (16). Isso porque as macas das ambulâncias estavam retidas no Hospital Geral de Palmas (HGP), já que no local não há leitos suficientes para atender os pacientes. Os trabalhos foram suspensos por volta da meia-noite e normalizados ao meio-dia.

Os socorristas fizeram um protesto em frente ao HGP, na manhã desta segunda-feira. Ao deixarem o hospital, seguiram para a Secretária Estadual da Saúde. No local, as sirenes de todas as ambulâncias foram ligadas.

“Essa situação vem acontecendo com frequência e hoje mais uma vez se repete. Nós estivemos no HGP desde de às 7h e viemos para a porta da Secretaria de Saúde para tentar ver se o secretário toma alguma providência para liberar as nossas macas”, afirmou o motorista Jesualdo Serpa.

Ao todo, seis ambulâncias estavam sem macas. A unidade de serviço avançado, UTI móvel, também estava parada.

“Isso não é de hoje, amanhã vai ter de novo, daqui a 10 minutos vai ter de novo. Todas as vezes que a gente deixa a nossa maca lá, fica retida.  A gente tem bastante maca que fica de reserva, mas ainda assim o problema não está sendo sanado. Alguma coisa está acontecendo porque não tem maca no HGP e eles pegam as nossas”, desabafou o enfermeiro, Josevaldo Rodrigues.

Três macas da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte e outras três da UPA Sul foram emprestadas para o HGP e os suportes do Samu foram devolvidos para as ambulâncias. (G1)

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