“Essa visita veio na hora certa. Estamos fazendo reuniões de transição e as orientações deixadas pela equipe da Setas [Secretaria de Estado do Trabalho e da Assistência Social] serão importantíssimas neste momento”, disse a coordenadora de Assistência de Babaçulândia, Aurilene Alencar, ao receber a equipe de monitoramento da Setas nesta quinta-feira, 17.

Como a secretária de Desenvolvimento e Assistência Social de Babaçulândia não estava no município, foi a coordenadora de Assistência, Aurilene Alencar, que recebeu a equipe para confirmar informações do sistema da Rede do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e receber informações sobre a utilização de recursos.

Dentre as orientações deixadas, estão a atualização dos dados referentes aos recursos humanos do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e à elaboração de Planos de Ação para gestão e conselho para o ano de 2017. “As orientações contemplam a política de Assistência como um todo e, se seguidas pela próxima gestão, trarão inúmeros benefícios à população”, explicou a técnica de referência do sistema Rede Suas, Francisca Castanheira.

No Cras do município, a equipe colheu informações sobre as demandas da Proteção Social Especial. Para a coordenadora do Cras, Yara Matos, a principal dificuldade é a falta de pessoal. “As demandas que recebemos tentamos encaixar da melhor forma possível, mas sabemos que não é a forma adequada. A maior incidência de casos de violação de direitos é na zona rural e ter uma pessoa de referência para atender aos casos da Proteção Social Especial é de fato uma necessidade da nossa cidade”, comentou.

Nesta quinta-feira, uma outra equipe da Setas realiza esta mesma ação em Aliança e, nesta sexta- feira, 18, Aragominas e Colinas receberão a ação, totalizando 40 municípios visitados.

Monitoramento

As visitas de monitoramento são um instrumento fundamental para percepção clara dos serviços da área de assistência social no local e permitem a orientação adequada para o alcance das metas e dos objetivos previstos. Além disso, possibilitam a identificação de eventuais falhas, revisão de decisões, racionalização de recursos públicos e, consequentemente, um redirecionamento das ações.

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