Adriano da Hora Oliveira, 38 anos
Adriano da Hora Oliveira, 38 anos

Atendendo a solicitação do juizado da Vara Criminal da Comarca de Araguaína, no final da noite da última terça-feira, 12, policiais civis da Delegacia Interestadual de Polinter e Capturas, sob o comando do delegado Reginaldo de Menezes Brito, efetuaram o recolhimento na Casa de Prisão Provisória daquele município, de Adriano da Hora Oliveira, 38 anos de idade. Oliveira é o principal suspeito de ser o autor dos disparos de arma de fogo que resultaram na morte do cabo do Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar do Tocantins, Dionedith Macedo de Oliveira, de 36 anos.

O crime aconteceu por volta das 4 horas da madrugada do dia 28 de abril, de 2013, em frente a uma loja de conveniência, localizada no Setor Entroncamento, em Araguaína. Na ocasião, por meio de um vídeo de uma câmera de segurança de uma loja de produtos agropecuários, é possível ver o exato momento em que um homem se aproxima de um grupo de pessoas, onde também se encontrava o cabo Dione e efetua vários disparos contra o policial militar.

De acordo com o delegado Reginaldo, Adriano da Hora que é apontado como o autor do crime, fugiu para Goiânia logo após o homicídio do policial e passou a residir na cidade sem levantar suspeitas. Todavia, em março de 2013 ele tentou assaltar um estabelecimento comercial, juntamente com alguns comparsas, mas houve confronto com a polícia goiana e Oliveira foi baleado e levado ao hospital, onde passou por cirurgia, sendo, em seguida, recolhido ao presídio.

Ao efetuar o levantamento da vida pregressa do suspeito, a polícia de Goiás descobriu que havia contra ele um mandado de prisão preventiva por homicídio, expedido pela  Comarca de Araguaína. Com base nisso, os policiais civis goianos entraram em contato com a Polícia Civil do Tocantins e com o juiz do município tocantinense, o qual solicitou à Polinter que fosse até o Estado vizinho a fim de recambiar Adriano para o Tocantins.

Com autorização do delegado geral Roger Knewitz, equipes da Polinter comandadas pelo delegado Reginaldo de Menezes, deslocaram-se até Goiânia e efetuaram a transferência de Oliveira para Araguaína, onde ele deverá responder pelo crime que lhe é imputado.

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