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Na tarde desta quarta-feira, 15, o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (SISEPE-TO), Cleiton Pinheiro, o vice diretor-geral do Sindicato, Rorilândio dos Santos e o diretor geral, Clayrton Cleiber estiveram reunidos no auditório da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) para escolher juntamente com os servidores sindicalizados da instituição, dois membros para participar da Comissão de Gestão, Enquadramento e Evolução de Pessoal dos Empregados Públicos (CGEEP).

Os escolhidos por votação aberta, Farley Morias Araújo (titular) e Antônio da Silva Sousa (suplente), serão os representantes do SISEPE-TO na comissão e serão os responsáveis, por exemplo, por analisar recursos dos próprios servidores relativos ao enquadramento.

“Como diz o próprio regimento os empregados públicos eleitos pelos próprios pares para análise dos recursos. Em casos em que os recursos são negados pela gestão, é importante que o servidor possa ter onde recorrer. Quando a instituição tem um representante na instituição o governo sabe que vai ter alguém para argumentar”, explicou Cleiton Pinheiro.

Durante a reunião, o presidente constatou que a análise dos certificados atualmente não é feita como deveria ser, sendo encaminhado primeiramente para comissão dar o parecer dos servidores aptos e não aptos e posteriormente para o recursos humanos. Cleiton frisou que encaminhará um ofício para reitoria para esclarecer os tramites corretos.

Na reunião também foi discutido a nova natureza jurídica da Unitins, que no ano passado deixou de ser celetista, para ser estatutária. Os servidores presentes explicarem que já existem comissões criadas, que tem um prazo específico para solucionar as demandas relativas à transição.

“É preciso mudar o termo de Plano de Cargo, Carreira e Salário, para Plano de Cargo, Carreira e Remuneração na lei. É importante que esses detalhes se adéqüem a nova estrutura da instituição”, argumentou.

No encontro, o presidente do SISEPE-TO lembrou aos servidores da importância da participação dos sindicalizados nas reuniões e assembleias que são realizadas. “Estávamos acostumados a ter nossos direitos garantidos sempre nas datas determinadas e isso tem mudado de uns anos pra cá. Outro problema é o pacote de bondades setorizado concedido pelo governo para alguma categoria específica. Por isso é importante a participação a sindicalização. O governo respeita o sindicato, nós temos força pra lutar pelos direitos, demandas e garantias dos servidores”, ponderou o presidente.

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