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Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil é o 5º país em incidência de diabetes no mundo, com 16,8 milhões de portadores da doença entre 20 a 79 anos, ficando atrás da China, Índia, Estados Unidos e Paquistão. A doença pode ser prevenida, por meio de hábitos saudáveis, mas exige cuidados minuciosos para garantir uma boa qualidade de vida para quem já a desenvolveu.

O diabetes é uma doença crônica resultante da falta de produção ou da resistência à insulina, levando a altos níveis de açúcar no sangue (hiperglicemia). Existem alguns tipos principais: o tipo 1, diagnosticado na infância e causado pela destruição das células produtoras de insulina pelo sistema imunológico; o tipo 2, mais comum em adultos e caracterizado pela resistência à insulina; e o LADA – Diabetes Autoimune Latente do Adulto, uma variante autoimune do tipo 1.

Diferente do diabetes tipo 2, o tipo 1 não está diretamente ligado ao estilo de vida, sendo considerado uma condição autoimune em que o próprio sistema imunológico ataca as células produtoras de insulina no pâncreas. Embora não seja possível evitar completamente o diabetes tipo 1, é importante seguir as recomendações médicas para gerenciar eficazmente a condição e garantir uma qualidade de vida adequada.

O controle do tipo 1 envolve insulina, dieta e exercício, enquanto o tipo 2 pode ser prevenido ou retardado com hábitos saudáveis. Além desses, há a diabetes gestacional, condição metabólica exclusiva do período, mas que deixa a mulher mais suscetível a desenvolver o tipo 2 posteriormente.

Os exames laboratoriais são ferramentas importantes para o diagnóstico e acompanhamento dos pacientes pelos médicos.  Com os resultados e laudos fornecidos pelo laboratório, avaliam periodicamente a situação do indivíduo, detectando complicações em estágios iniciais e adaptando o tratamento de acordo com as especificidades de cada um. “É muito importante que a pessoa portadora da diabetes faça os check-ups de acordo com período indicado pelo médico que o acompanha”, aponta Nayara Borba, biomédica e gestora do Sabin no Tocantins.

De acordo com a profissional, exames como Glicose em Jejum, que servem para medir o nível de açúcar na circulação sanguínea, Hemoglobina Glicada, que avalia a média de açúcar no sangue nos últimos meses e em casos de diagnóstico, e o de Tolerância à Glicose são primordiais no monitoramento.

“Além desses exames, outros testes frequentemente realizados incluem a verificação dos níveis de lipídios no sangue, como o colesterol total, HDL, LDL e triglicerídeos, que ajudam a avaliar o risco de complicações cardiovasculares associadas à doença. Essas avaliações são essenciais para um acompanhamento abrangente da saúde, permitindo ajustes precisos no tratamento e prevenindo complicações futuras”, explica Nayara.

Sabin no Tocantins

No Tocantins desde 2012, o Sabin Diagnóstico e Saúde conta com 14 unidades de atendimento, nas cidades de Palmas, Porto Nacional, Paraíso do Tocantins, Gurupi e Guaraí. A empresa é referência em exames laboratoriais no estado, com serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental.

Destaque na gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades onde está presente, o Grupo Sabin nasceu na capital federal, fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Costa, em 1984. Hoje conta com cerca de 7000 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas.

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