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    Infectologista ressalta os riscos de aglomerações em locais fechados sem ventilação adequada

    Por Norte do Tocantins28 de julho de 2020
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    Com a reabertura gradual do comércio e reativação da economia em diversas cidades do Brasil, assim como em muitos outros países, a movimentação das pessoas, que foi reduzida nos últimos meses, voltou a se intensificar. Isso acontece no mesmo período em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) aceitou a recomendação de um grupo de cientistas que reconhece a possibilidade de transmissão aérea do novo coronavírus em ambientes fechados, cheios e inadequadamente ventilados. Então, quais cuidados devemos ter? Um especialista da Rede Ebserh responde.

    De acordo com o chefe do Serviço de Doenças Infecciosas e Parasitárias do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE/Ebserh), Paulo Sérgio Ramos, o vírus tem potencial para continuar contaminando a população, que deve manter práticas como o uso de máscara, o distanciamento, a higienização constante das mãos e dos locais em que há contato manual. Os serviços de saúde também devem manter o monitoramento e comunicação de casos suspeitos e confirmados.

    “Os protocolos minimizam os riscos, mas esses riscos sempre estarão presentes enquanto houver a circulação do vírus. É importante evitar locais fechados, sobretudo, se por motivação recreacional. Mas se for por outras motivações necessárias à vida, é fundamental sempre usar máscara, manter distância e lavar as mãos ou utilizar álcool quando não for possível”, explica Ramos.

    Ainda de acordo com o especialista, os protocolos de reabertura trazem recomendações baseadas em evidências técnico-científicas e têm sido adotados em várias partes do mundo. “São considerados os números de casos novos, números de mortes e taxa de transmissão, assim como a retaguarda de leitos hospitalares. Riscos sempre existem e serão menores, desde que todos tenham consciência do seu papel social. Isso inclui a fiscalização dos órgãos reguladores, dos empresários e da sociedade para que todos respeitem as normas”, destaca.

    Transmissão

    Antes do alerta sobre a possibilidade de transmissão aérea, a OMS informava que o novo coronavírus se espalhava principalmente pelas gotículas respiratórias grandes expelidas por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar, que caem e se fixam em superfícies. Por isso, preconiza as medidas de higiene constante das mãos (para evitar contaminação pelo contato), o uso de máscara e o distanciamento de cerca de 2 metros, já que essa seria a distância máxima que as grandes partículas podem percorrer.

    Mas novos estudos trazem a possibilidade de a transmissão aérea ocorrer por meio de micropartículas expelidas pelo nariz e pela boca (pela respiração e pela fala), podendo ficar suspensas no ar por um período de tempo maior que as gotículas grandes, e dessa forma, infectar outras pessoas em ambientes fechados e mal ventilados.

    Em seu portal na internet, a OMS atualizou a parte “O que sabemos sobre a transmissão por aerossol” com o seguinte tópico: “Houve relatos de surtos de covid-19 em alguns ambientes fechados, como restaurantes, boates, locais de culto ou de trabalho, onde as pessoas podem estar gritando, conversando ou cantando. Nesses surtos, a transmissão de aerossóis, principalmente em locais fechados, onde há espaços lotados e inadequadamente ventilados, não pode ser descartada”.

    A OMS solicitou à comunidade científica a realização de mais estudos para investigar esses casos de transmissão aérea. Mas até que haja uma conclusão, a reabertura deve ser baseada nos protocolos de biossegurança que devem ser seguidos à risca pelas pessoas.

    Atuação da Rede Ebserh

    Além do apoio ao ensino, formação e capacitação das equipes assistenciais, a Rede Ebserh implementou o Comitê de Operações Especiais (COE) para definir estratégias e ações em nível nacional para o enfrentamento da pandemia. Desde os primeiros anúncios sobre a Covid-19, a Rede Ebserh tem trabalhado em parceria direta com os ministérios da Saúde e da Educação, com participação nos COEs desses órgãos, e tendo como diretrizes o monitoramento da situação no país e em suas 40 unidades hospitalares.

    Tem atuado na realização de treinamento de funcionários da Rede, promoção de webaulas, definição de fluxos e instituição de câmaras técnicas de discussões com especialistas. Promoveu processos seletivos emergenciais com a possibilidade de contratação de aproximadamente 6 mil profissionais temporários para o enfrentamento da pandemia

    Também disponibilizou R$ 274 milhões para ações contra o coronavírus, recursos do Ministério da Educação (MEC) liberados pela Ebserh de acordo com a necessidade e urgência de cada unidade hospitalar. A verba está sendo utilizada em adequação da infraestrutura, aquisição e manutenção de equipamentos, compra de medicamentos e outros insumos, além de equipamentos de proteção individual.

    Em algumas regiões, as unidades da Rede Ebserh têm atuado como hospitais de referência ao enfrentamento do Covid-19, enquanto que em outras, atuam como retaguarda em atendimentos assistenciais para a população, por meio do Sistema Único de Saúde.

    Com informações do HC-UFPE/Ebserh

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