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    Marabá tem alto índice de infestação de leishmaniose

    Por Norte do Tocantins3 de junho de 2014
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    A Secretaria Municipal de Saúde de Marabá-PA, através do Departamento de Vigilância Epidemiológica (DVE), encerrou na última quinta-feira 29, um treinamento sobre diagnóstico e tratamento da leishmaniose. O município ainda apresenta alto índice de infestação da doença, com cerca de 70 a 80 casos por ano, segundo Maurícia Macedo, coordenadora do DVE.

    O treinamento foi realizado no auditório da Câmara Municipal, profissionais de saúde de outros quatro municípios da região, que ainda é endêmica a leishmaniose. Aqui em Marabá, informa Maurícia, as localidades de maior índice da doença são Santa Fé, Brejo do Meio e Itainópolis, todas na zona rural.

    O município conta atualmente com três laboratórios para diagnóstico da doença (Carlos Barreto, Hiroshi Matsuda e Laboratório Público). “Hoje não falta medicamento para tratamento da doença”, garante Maurícia.

    A leishmaniose é uma doença crônica, de manifestação cutânea ou visceral (pode-se falar de leishmanioses, no plural), causada por protozoários flagelados do gênero Leishmania, da família dos Trypanosomatidae. O calazar (leishmaniose visceral) e a úlcera de Bauru (leishmaniose tegumentar americana) são formas da doença.

    Em Marabá e região a forma mais comum da doença é a leishmaniose tegumentar americana, que é comum na área rural. A visceral é rara na região.

    A doença é uma zoonose comum ao cão e ao homem. É transmitida ao homem pela picada de mosquitos flebotomíneos, que compreendem o gênero Lutzomyia (chamados de “mosquito palha” ou birigui) e Phlebotomus.

    No Brasil existem atualmente sete espécies de Leishmania responsáveis pela doença humana, e mais de 200 espécies de flebotomíneos implicados em sua transmissão. Trata-se de uma doença que acompanha o homem desde tempos remotos e que tem apresentado, nos últimos 20 anos, um aumento do número de casos e ampliação de sua ocorrência geográfica, sendo encontrada atualmente em todos os Estados brasileiros, sob diferentes perfis epidemiológicos. A maior parte dos casos acontece nas regiões Nordeste e Norte do Brasil.

    A doença não é contagiosa nem se transmite diretamente de uma pessoa para outra, nem de um animal para outro, nem dos animais para as pessoas. A transmissão do parasita ocorre apenas através da picada do mosquito fêmea infectado. Na maioria dos casos, o período de incubação é de 2 a 4 meses, mas pode variar de 10 dias a 24 meses.

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