Foto: TV Anhanguera

O advogado José Hugo Sousa é um dos pacientes internados com o coronavírus no Hospital Estadual de Combate à Covid em Palmas. Ele estava há 11 dias na Unidade de Terapia Intensiva e nesta quinta-feira (1) fez a primeira caminhada pelos corredores. O que ele não sabia é que a dedicação do pai dele, Francisco, comoveu a equipe médica, que organizou uma surpresa.

Francisco Sousa é farmacêutico e mora em Ponte Alta do Tocantins. Ao longo dos últimos 11 dias ele ia diariamente até a porta do hospital, mesmo sem poder ver o filho, para tentar ficar o mais próximo possível dele. Nesta quinta os dois se reencontraram mesmo que a distância. Os funcionários levaram o advogado até uma janela do primeiro andar e os dois puderam conversar a distância por alguns minutos.

Mesmo aliviado após ver o filho, seu Francisco garante que só vai sair da porta da unidade quando o filho receber alta. “Aqui fora nós estamos muito ansiosos. A família dele toda ansiosa. Todo mundo sem saber o que é que faz. Mas tem que agradecer a Deus por tudo e só encontrar, abraçar e levar pra casa o mais rápido possível. Dar um abraço bem forte mesmo porque é tudo o que a gente precisa”.

O advogado José Hugo Sousa é um dos pacientes internados com o coronavírus no Hospital Estadual de Combate à Covid em Palmas. Ele estava há 11 dias na Unidade de Terapia Intensiva e nesta quinta-feira (1) fez a primeira caminhada pelos corredores. O que ele não sabia é que a dedicação do pai dele, Francisco, comoveu a equipe médica, que organizou uma surpresa.

Francisco Sousa é farmacêutico e mora em Ponte Alta do Tocantins. Ao longo dos últimos 11 dias ele ia diariamente até a porta do hospital, mesmo sem poder ver o filho, para tentar ficar o mais próximo possível dele. Nesta quinta os dois se reencontraram mesmo que a distância. Os funcionários levaram o advogado até uma janela do primeiro andar e os dois puderam conversar a distância por alguns minutos.

Mesmo aliviado após ver o filho, seu Francisco garante que só vai sair da porta da unidade quando o filho receber alta. “Aqui fora nós estamos muito ansiosos. A família dele toda ansiosa. Todo mundo sem saber o que é que faz. Mas tem que agradecer a Deus por tudo e só encontrar, abraçar e levar pra casa o mais rápido possível. Dar um abraço bem forte mesmo porque é tudo o que a gente precisa”. (G1)

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