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    Especialistas avaliam consequências da escolha de Marina para as próximas eleições

    Por Norte do Tocantins3 de outubro de 2013
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    marina silvaRIO — Prejuízo certo para a presidente Dilma Rousseff, dúvida sobre os efeitos para os candidatos de oposição. Se nesta quinta-feira o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) validar a criação do partido Rede, a candidatura de Marina Silva pelo Rede na eleição de 2014, na avaliação de cientistas políticos ouvidos pelo GLOBO, vai tirar votos de Dilma e, provavelmente, levará a disputa para o segundo turno — o que pode ser vantajoso para os pré-candidatos do PSDB, senador Aécio Neves (MG), e do PSB, governador Eduardo Campos (PE), caso não seja a própria Marina a ir para esse segundo turno. Se, no entanto, o Rede não puder ser criado agora, especialistas se dividem sobre o efeito que teria uma candidatura de Marina por outro partido: essa mudança de sigla apenas para concorrer a uma eleição poderia fazer a ex-senadora perder parte de seu eleitorado, que não concordaria com esse tipo de prática; mas há também a possibilidade de a história de Marina fazer com que sua imagem não seja afetada por uma eventual ida para outra legenda.

     Se marina disputar, é prejuízo para Dilma

     Marcelo Simas, professor de Ciência Política do Iuperj:

     “O PT tem escolhido como adversário preferencial o PSDB. É uma briga que o PT já conhece e que, no plano simbólico, ele consegue vencer; é uma polarização que ele já ganhou. PT e PSDB são distinguíveis no plano simbólico, um é a política social, o outro, a privatização. O que atrapalhou o PT na eleição de 2010 foi a novidade de uma terceira opção, vinda com a candidatura da Marina Silva. Por isso, a mais prejudicada, caso Marina vá para a disputa, é a presidente Dilma Rousseff. Na última eleição presidencial, 20 milhões de eleitores, que foram os votos para Marina, mostraram que não estavam mais interessados nesse debate polarizado.

    Agora, não fica claro qual será o maior favorecido se Marina disputar. É uma incógnita para a estratégia da oposição — tanto da candidatura do Aécio Neves quanto do Eduardo Campos — o efeito que Marina terá. Um efeito positivo seria levar a eleição ao 2º turno, mas não vai ser positivo para o Aécio se quem for para o segundo turno for Marina, não ele. Não é clara a natureza do eleitorado da Marina, mesmo os votos dela tendo ido mais para Dilma no segundo turno em 2010 do que para José Serra”.

     Mudar de partido afeta credibilidade

     Emil Sobottka, professor de Sociologia e Ciência Política da PUC-RS:

    “A presença da Marina Silva é o maior risco para a reeleição da presidente Dilma Rousseff. O que Dilma pode perder de votos é para ela, não é para Aécio. Os votos para ele são os das parcelas mais liberais e conservadoras. Eduardo Campos também tem presença maior no estado dele; mesmo no restante do Nordeste, não tem.

    Mas, caso a Rede não seja criada e Marina vá concorrer por outro partido, isso pode fazê-la perder votos. Se ela cair na tentação de ir para um partido que será quase de aluguel, apenas para que possa concorrer, ela bota a credibilidade fora, porque em torno dela se reuniu um projeto que é contra essa prática. E credibilidade na política é algo que está sendo valorizado, sobretudo depois dos protestos deste ano.

    Outro erro que Marina pode cometer é, caso haja segundo turno e ela não esteja nele, adotar novamente a postura de neutralidade, como em 2010. Se naquele ano ela tivesse negociado participação na área ambiental e indígena no governo Dilma, por exemplo, mesmo que ela não fosse a ministra mas indicasse alguém, hoje esse flanco não estaria órfão como está. E ela tinha credibilidade para ter garantido presença nele”.

     Ida para outra legenda é justificável

     Luiz Werneck Vianna, professor de Ciência Política da PUC-Rio:

     “Se formos analisar os cenários da eleição presidencial de 2014, e considerando a distância de tempo para ela, o que podemos dizer agora é que a não inclusão da candidatura da ex-senadora Marina Silva, caso o partido Rede não seja criado, favorece a candidata da situação, a presidente Dilma Rousseff. Se Marina Silva fosse candidata nas próximas eleições presidenciais, ela certamente seria bem votada, e carregaria a eleição para o segundo turno.

    Para os candidatos da oposição, a esta altura ninguém está pensando ainda no que vai acontecer no segundo turno em 2014 — se quem iria para ele seria Marina ou Aécio Neves, por exemplo —, porque isso seria muita especulação. A esta altura, o que se quer primeiramente é que haja segundo turno.

    Agora, caso a Rede não seja criada, acho que a figura da Marina e o carisma dela, somados a essa história de que ela lutou por um partido e não conseguiu por causa de burocracia, justificaria que ela se candidatasse por outro partido, sem que isso prejudicasse a sua imagem”.

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