Kátia Abreu na China
Kátia Abreu na China

Durante visita nesta quinta-feira (31) ao distrito de Shandi, em Pequim, conhecido como o “Vale do Silício da China”, a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) disse que o Tocantins deve ser produtor de tecnologia, inovação e inclusão digital.

O “Vale do Silício Chinês” ganhou esse apelido em referência à região da Califórnia onde estão concentradas empresas de tecnologia norte-americanas. O local é visto como uma das vitrines da iniciativa do governo chinês de investir em uma economia voltada para inovação e alta tecnologia.

Kátia Abreu afirmou que a região é um exemplo de como empresas de tecnologia aliadas à ensino e inovação são capazes de transformar a realidade de um país. “É uma inspiração para o Tocantins”, disse a senadora, que estava acompanhada pelo presidente da empresa iSoftStone, Walter Fang, e do senador Cristovam Buarque.

“Não queremos um Estado pobre exportador de produto primário para sempre. Queremos um Tocantins inteligente, produtor de tecnologia. Precisamos de oportunidades verdadeiras para um desenvolvimento social sustentável a fim de sermos um continente de prosperidade”, afirmou durante a visita.

A senadora lembrou que propôs aos dois últimos governos estaduais zerar impostos para empresas de tecnologia, com o objetivo de atraí-las para o Tocantins. “Mas infelizmente esse assunto não foi prioridade”, explicou.

A parlamentar destacou iniciativas que estão em curso dentro do estado. Ela já destinou emenda parlamentar no valor de R$ 1 milhão para instalação do Parque Tecnológico em Biotecnologia de Gurupi. Além disso, o prefeito Ronaldo Dimas, de Araguaína, tem projeto para construção de um parque tecnológico, com laboratórios e incubadora de empresas, no município.

Cidades inteligentes

No “Vale do Silício Chinês”, Kátia Abreu visitou a iSoftStone, empresa desenvolvedora de softwares para cidades inteligentes, que são municípios que fazem uso estratégico de infraestrutura e serviços e de informação e comunicação com planejamento e gestão urbana.

O presidente da empresa, Walter Fang, explicou que as cidades inteligentes conseguem se desenvolver economicamente ao mesmo tempo em que se tornam mais eficientes. O resultado é aumento na qualidade de vida dos habitantes.

Kátia Abreu esteve na sala de situação de Pequim, de onde é possível controlar, por exemplo, todo o gasto de energia e de água por quarteirão, por prédio ou até mesmo por apartamento, a fim de identificar onde há desperdício. Dentre as outras inúmeras possibilidades, o software das cidades inteligentes são capazes de desenhar o melhor roteiro para uma ambulância chegar ao hospital mais próximo ou para o Corpo de Bombeiros atender a um incêndio.

 

Comentários do Facebook