Um sargento do Corpo de Bombeiros identificado como Jéferson Félix Ulisses foi espancado na noite do último sábado (1º), em Imperatriz-MA, a 626 km de São Luís, após o seu veículo bater em uma caminhonete. O caso teve grande repercussão nas redes sociais.

As agressões sofridas pelo militar foram registradas por câmeras de monitoramento de moradores que residem na Rua Simplício Moreira, em Imperatriz. Nas imagens, dois ocupantes que estavam na caminhonete saem do carro e o sargento é agredido com socos e chutes por um deles logo após uma discussão.

O outro ocupante da caminhonete tenta impedir que o militar seja agredido, mas o sargento continua sendo espancado. Após o fato, o sargento Jéferson Félix Ulisses registrou um boletim de ocorrência no Plantão Central da Polícia Civil de Imperatriz, mas o agressor até agora não foi identificado.

Por conta das agressões, o rosto do sargento Jéferson está muito machucado. Ele afirma que estava voltando de uma lanchonete, quando aconteceu a batida e em seguida, ele foi agredido.

“Aconteceu de uma forma muito inusitada pelo fato de que estava tudo resolvido com o proprietário da caminhonete. E esse rapaz que estava de carona, por sua vez, ficou todo tempo lá buzinando, enchendo o saco, até que no finalmente a gente acabou tendo, nem lembro como foi, e ele achou de partir para a agressão sem que houvesse um pingo de necessidade para isso. O fato já tinha sido acertado, não houve nada na caminhonete, não houve danos materiais do condutor, mas embora isso o rapaz resolveu partir para a agressão e resultou nisso”, disse o sargento.

Foram realizadas buscas na sala de monitoramento da Cetran para localizar as imagens da agressão. O sargento espera que por meio da identificação da placa do carro seja identificado o agressor e pede justiça para o caso.

“A partir do momento que ele me deu o soco, eu já não consegui me recordar de nada. Eu caí e ainda sim ele continuou batendo. Mas de qualquer forma assim, eu com 25 anos de corporação do Corpo de Bombeiros, sempre no intuito de salvar vidas e aí se deparar com uma situação dessas é muito chato. Mas eu tenho certeza que as forças policiais do município não medirão esforços, nem o estado, para que a gente consiga localizá-lo e ele pague pelo que fez”, concluiu Jéferson. (G1)

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