Dois casos suspeitos de H1N1 estão sendo investigados em Palmas. De acordo com a Secretaria de Saúde, os pacientes deram entrada nas unidades de saúde com sintomas de pneumonia grave, mas ambos estão passando por análise laboratorial para descartar a suspeita da gripe. Até o momento nenhum caso da doença foi confirmado no estado em 2018.

Os dois casos que estão sob investigação foram registrados em Palmas. Uma das vítimas é uma jovem de 18 anos, que está internada na UTI do Hospital Geral de Palmas com restrição de visitas.

O outro caso é de um homem que morreu no HGP após dar entrada na unidade no início da semana. O resultado dos dois exames deve ficar prontos em até cinco dias.

No Tocantins, os casos suspeitos da doença são notificados como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A partir daí são realizados exames para identificar o tipo de vírus, entre eles a Influenza A, que é dividida em dois tipos: H1N1 e H3N2, ou Influenza B.

Neste ano, até o momento, foram notificados 26 casos de SRAG e somente um positivo para Influenza B. Ainda conforme a Secretaria de Saúde, não há motivo para pânico na população. A campanha contra o vírus começou nesta quarta-feira (18) em Gurupi, na região sul. No restante do Estado a campanha de vacinação deve começar apenas na próxima semana.

Sintomas

Os principais sintomas da gripe H1N1 são os mesmos de um estado gripal comum, como febre que dura entre 3 e 5 dias, tosse seca, secreção e dores no corpo. Se os sintomas persistirem por vários dias a recomendação é procurar atendimento médico.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, a melhor forma de prevenir a doença é por meio da vacinação, que está disponível nas salas de vacinação do Estado. Outra forma de prevenir a transmissão do vírus é a higienização das mãos, principalmente com álcool gel.

Os grupos prioritários para receber a vacina são:

Crianças de seis meses à menores de cinco anos;

Indígenas a partir de seis meses de idade;

Gestantes de qualquer idade gestacional;

Puérperas, até 45º dia após o parto;

Trabalhadores da Saúde;

População de 60 anos e mais;

População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional;

Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;

Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais;

Professores da rede pública e privada. (G1)

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