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    NORTE

    No Tocantins, mais da metade dos indígenas tem até 25 anos

    Por Norte do Tocantins6 de maio de 2024
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    Primeira edição dos Jogos Escolares Indígenas do Tocantins movimenta capital - Foto: Mari Rios/Governo do Tocantins
    O IBGE divulgou informações a respeito do sexo e idade dos indígenas do Brasil, captadas durante o Censo 2022. Dentre os dados divulgados, dos 20.023 indígenas tocantinenses, 59,3% têm menos de 25 anos, tendo destaque as crianças de 0 a 4 anos de idade (2.593) e de 5 a 9 (2.792).
    Comparado ao Censo 2010, a população indígena teve queda no número de pessoas com até 25 anos, já que, na ocasião, os 8.836 jovens representavam 62,5% dos 14.118 autodeclarados.
    No país, foi constatado que mais da metade (56,1%) têm menos de 30 anos, ou seja, o Tocantins tem uma população indígena mais jovem que a proporção nacional.
    Os idosos indígenas no Tocantins, que são pessoas de 60 anos ou mais, passaram de 980 para 1.428 entre os Censos de 2010 e 2022, sendo que antes representavam 6,94% da população total e, no último levantamento, passou a ser 7,13%. Os centenários indígenas tiveram um significativo crescimento, passando de apenas 1 em 2010 para 19 em 2022.
    Em relação ao sexo, os homens indígenas são maioria, sendo 10.123 ante 9.900 mulheres no estado. Na maior parte das faixas de idade, principalmente as mais jovens, o sexo masculino domina, porém, após os 60 anos, as mulheres começam a compor um número elevado ao deles. Dentre os de 95 a 99 anos, elas são 12 ante 4 do sexo masculino, enquanto nos centenários são apenas 5 homens e 14 mulheres.
    Mediana dos indígenas tocantinenses é de 20 anos
    Ainda conforme o IBGE, o Tocantins tem uma mediana abaixo da registrada no Brasil. Em 2022, o estado marcou 20 anos, ante 25 do país. Ao levarmos em conta a localização do domicílio, os indígenas que vivem em áreas oficialmente delimitadas têm mediana de 17 anos e os que vivem fora, 31.
    Em 2010, todas as variáveis possuíam um número menor no estado, sendo 18 anos a mediana geral, 16 em terras oficialmente delimitadas e 28 anos de idade fora das terras indígenas.
    Mais de 72% da população em terras indígenas estão concentradas em apenas três delas
    Dos 15.989 moradores em terras oficialmente delimitadas, Parque do Araguaia (4.503), Kraolandia (3.691) e Xerente (3.336) concentram, juntas, 72,1% de todo o montante, sendo 11.530 pessoas.
    Apinayé vem na sequência com 2.731 habitantes; Funil tinha 533; Xambioá, com 421; Inawebohona, 388; Taego Ãwa registrou 210; Krahó-Kanela, com 119; e Utaria Wyhyna/Iròdu Iràna teve 57 pessoas.
    Tocantins tem 95% de indígenas que vivem em terras oficialmente delimitadas
    A diferença entre a população total que habita terras indígenas e os que são indígenas é de apenas 776 pessoas, ou seja, 95,1% dos moradores preenchem o quesito de declaração. Taego Ãwa foi a que menos registou presença de habitantes indígenas nestes locais, com apenas uma pessoa. Xerente teve a maior marca também nesta variável, com 4.156 moradores indígenas.
    Mais sobre a pesquisa
    O Censo Demográfico é a principal fonte de referência sobre as condições de vida da população em todos os municípios do país e em seus recortes territoriais internos. Dos treze recenseamentos realizados pelo IBGE, seis investigaram a cor da população e a partir de 1991 o quesito passou a se denominar “cor ou raça”, devido à inclusão da investigação da população indígena nesse quesito, assim como a compreensão de que a classificação nas categorias da pergunta ia muito além da cor da pele e do fenótipo, envolvendo múltiplos critérios de pertencimento identitário.
    Em 1991, então, foi acrescentada a categoria indígena às categorias branca, preta, amarela e parda. Inovação que se manteve nos censos de 2000, 2010 e 2022. Em 2010, o IBGE inovou ao levar o quesito sobre “cor ou raça” para o Questionário Básico, aplicado a todo o Universo da pesquisa, ou seja, a toda a população residente no Brasil, o que se manteve no Censo 2022, permitindo comparações entre as décadas, com maior precisão e desagregação espacial. A grande inovação no bloco de identificação étnico-racial, de 2022, foi a inclusão do quesito de pertencimento étnico-quilombola.
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