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    GERAL

    Metrites e endometrites comprometem o bem-estar de vacas e prejudicam a reprodução e o ciclo do leite 

    Por Norte do Tocantins16 de junho de 2023
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    Metrites e endometrites comprometem o bem-estar de vacas e prejudicam a reprodução e o ciclo do leite / Ascom

    As doenças uterinas afetam muitos animais no período pós-parto, impactando negativamente a produção leiteira e a longevidade na propriedade. “As metrites, inflamações que acometem todas as camadas do útero, e as endometrites, classificadas como as inflamações restritas ao endométrio, podem prejudicar a produção e reprodução dos animais. As consequências estão relacionadas com o atraso na retomada do ciclo ovariano após o parto, aumento do intervalo entre partos e queda nas taxas de prenhez, diminuindo a produtividade leiteira e aumentando o risco de descarte”, explica a médica veterinária Monique Hoffmann, coordenadora da linha de grandes animais da Syntec.

    Segundo Monique, a metrite aguda, “é mais comum nos primeiros 21 dias pós-parto e, geralmente, está associada à distocia (dificuldades ou complicações durante o parto), retenção de placenta e/ou aborto. Já a endometrite, geralmente é consequência da metrite aguda e surge após o 21º dia do parto, podendo ser clínica, com aumento dos cornos uterinos e descarga purulenta, ou subclínica.”

    A veterinária alerta que é preciso ficar atento aos sinais clínicos. “O surgimento de corrimento uterino deve ser observado quanto ao seu aspecto geral e odor, descargas uterinas fétidas de coloração vermelho-acastanhada e febre são indicadores de um quadro de infecção uterina. Nos casos mais graves, além da queda da produção de leite, podem ocorrer inapetência, desidratação e toxemia, uma infecção generalizada.”

    O diagnóstico pode ser feito por meio da palpação transretal, de ultrassonografia e vaginoscopia. É importante reforçar que a avaliação da secreção cérvicovaginal é de suma importância para fechar o diagnóstico. Sobre o tratamento, Monique indica que pode ser feito “com antibioticoterapia em associação com anti-inflamatório não esteroidal com efeito analgésico e antitérmico é eficaz no combate a infecção e controle dos sinais clínicos.”

    Para auxiliar os produtores de leite a proteger seu rebanho dos prejuízos causados por essas afecções uterinas, a Syntec do Brasil desenvolveu Gentomicin, antibiótico injetável de amplo espectro, formulado à base de Sulfato de Gentamicina. Gentomicin exerce ação maior contra micro-organismos Gram-negativos e atua contra alguns Gram-positivos. Sua ação é antibiótico-bactericida, sendo eficaz para quadros de metrites e endometrites, os quais, também podem ser tratados por meio de infusão intrauterina.

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