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    NORTE

    Força-tarefa é montada para combater a criminalidade em Araguaína

    By Norte do Tocantins29 de setembro de 2019
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    Uma força-tarefa para combater a criminalidade e dar celeridade às investigações de processos de crimes de homicídios em Araguaína está em andamento desde o início dessa semana.  A força-tarefa está sendo coordenada pela Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO) da Polícia Civil.

    Ao todo, 20 policiais estão participando da força tarefa. São delegados, agentes e escrivães oriundos de Palmas, da 2ª Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), da Delegacia de Repressão a Roubos (DRR), da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC), e da Divisão de Repressão a Narcóticos (DENARC). A força-tarefa conta ainda com suporte da unidade de elite da Polícia Civil, o Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE), unidade de elite.

    No total, 337 inquéritos de crimes de homicídios, que estavam em Delegacias Circunscricionais de Araguaína, foram remetidos a DHPP e agora estão em andamento. Assim, nesta semana, estão sendo realizadas, entre outros procedimentos, diligências e mandados de busca e apreensão com ordem judicial.

    Sobre as ações em Araguaína, o diretor da Dracco, Evaldo de Oliveira Gomes, informa que a força-tarefa está inclusa na primeira etapa do projeto “Deslinde”, que significa esclarecimento. Ele explica que o projeto está em consonância com o Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, que tem entre seus objetivos a redução dos homicídios e de outros crimes violentos e letais. “De igual modo, o projeto também está em sintonia com o Plano Estadual de Segurança Pública e Defesa Social do Tocantins (PESSE), o qual tem como estratégia para o alcance do referido objetivo a execução de forças-tarefas de investigação de homicídios, crime organizado, bem como delitos de grande incidência criminal”, reforçou o diretor.

    Apreensões

    Durante as ações da força-tarefa, os policiais civis localizaram uma arma de fogo, calibre 32 e uma motocicleta roubada nas residências de B.N.C.L. e de M.C.N, que foram presos em flagrante e interrogados por suspeita de participação no homicídio de uma das vítimas mortas no fim de semana passado.

    Em continuação aos trabalhos, os agentes localizaram e apreenderam um veículo Fiat/Uno, utilizado no homicídio de P.H.S.A. Nos dias seguintes, outros dois veículos que estavam sendo empregados em crimes contra a vida foram localizados e restituídos aos proprietários, pois haviam sido roubados para serem utilizados nos delitos.

    GOTE

    Durante toda a semana, equipes do GOTE efetuaram abordagens em áreas com alto índice de crime. Após a deflagração das ações policiais não foram registrados novos homicídios, em Araguaína, sendo importante registrar que, mesmo com os cinco casos ocorridos em datas próximas, setembro de 2019 registra uma queda de 40% nos assassinatos, se comparados com mesmo mês do ano anterior. As investigações continuam na 2ª DHPP para desvendar a autoria e a motivação dos demais crimes, levando os responsáveis ao devido julgamento.

    A força-tarefa é uma ação coordenada pela DRACCO com apoio e suporte da Delegacia-Geral da Polícia Civil, por meio da delegada Raimunda Bezerra de Souza, e já estava prevista para ocorrer em Araguaína. A DRACCO tem por finalidade dirigir, planejar, coordenar, controlar, avaliar e executar, em todo o território do Estado do Tocantins, as funções de Polícia Judiciária e as atividades de investigação criminal relativa à corrupção e ao crime organizado.
    Para o delegado Evaldo, a ação é de extrema importância e, além de dar uma pronta resposta a sociedade com relação aos últimos eventos ocorridos na cidade, e também destravar os inquéritos que estavam parados em delegacias da cidade de Araguaína e agora, poderão ser concluídos com o aumento do efetivo de policiais civis trabalhando nesses casos.

    “Além do trabalho técnico na resolução dos casos, também pretendemos restaurar a sensação de paz e de segurança na comunidade de Araguaína. Nessa primeira fase, além de alavancar os casos mais antigos, pretendemos identificar os suspeitos pelos crimes que ainda estavam sem autoria definida”, ressaltou o delegado.

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    O prazo para definir quem estará oficialmente na disputa pelas Eleições 2026 está chegando ao fim. Candidatas, candidatos e partidos políticos têm até as 19h deste sábado, 15, para apresentar à Justiça Eleitoral os pedidos de registro das candidaturas. A partir de 16 de agosto, também começa oficialmente o período de propaganda eleitoral. No Estado, o Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) será responsável pela análise dos registros para governador e vice-governador, senador e suplentes, deputado federal e deputado estadual. Já os pedidos para presidente e vice-presidente da República são julgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Registro começa pelo CANDex Para fazer o pedido, partidos, federações e coligações utilizam o Sistema de Candidaturas – Módulo Externo (CANDex). A ferramenta reúne dados das candidatas e dos candidatos, informações partidárias e documentos exigidos pela legislação. Em 2026, o sistema passou por mudanças. O CANDex agora funciona em versão web, com transmissão dos pedidos pela internet, sem necessidade de instalação no computador. A plataforma também permite integração com sistemas da Justiça Eleitoral, como o Cadastro Eleitoral e o Sistema de Gerenciamento de Informações Partidárias (SGIP). O acesso ao sistema utiliza autenticação por meio do e-Título ou da conta Gov.br, com segundo fator de autenticação. A integração permite, por exemplo, o pré-preenchimento de parte dos dados pessoais das candidatas e dos candidatos a partir das informações disponíveis no Cadastro Eleitoral. Cabe aos partidos e às federações conferir e validar os dados antes do envio. O que é analisado O pedido de registro reúne documentos e informações necessários para verificar se a candidatura atende aos requisitos previstos na legislação. Entre os principais formulários estão o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), que apresenta informações sobre o partido, a federação ou a coligação, e o Requerimento de Registro de Candidatura (RRC), com os dados individuais de cada candidata ou candidato. Também existe o Requerimento de Registro de Candidatura Individual (RRCI), utilizado pela pessoa escolhida em convenção que não tenha sido incluída no pedido apresentado pelo partido, federação ou coligação. Em 2026, o próprio CANDex disponibiliza o procedimento para esse tipo de registro. Entre os pontos verificados estão as condições de elegibilidade, a documentação apresentada, os dados informados e o cumprimento das regras relacionadas à composição das candidaturas. Nome de urna também segue regras O registro também define como a candidata ou o candidato será identificado na urna eletrônica. Quando duas ou mais pessoas pretendem utilizar o mesmo nome de urna, a legislação estabelece critérios para solucionar a coincidência. Nesses casos, podem ser considerados fatores como o exercício de mandato eletivo, o uso anterior daquele nome de urna em candidatura e a notoriedade do nome na vida política, social ou profissional. Depois do pedido, começa a análise judicial Com os registros apresentados, os processos são encaminhados para análise da Justiça Eleitoral. Os pedidos são autuados no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e, após a publicação dos editais, abre-se prazo de cinco dias para que candidatas, candidatos, partidos, federações, coligações, Ministério Público Eleitoral e demais legitimados apresentem eventuais impugnações. Cidadãs e cidadãos que estejam no gozo dos direitos políticos também podem apresentar notícia de inelegibilidade à Justiça Eleitoral, dentro do mesmo prazo de cinco dias contado da publicação do edital. Se forem identificadas falhas, omissões ou ausência de documentos necessários, a Justiça Eleitoral poderá determinar que a irregularidade seja corrigida. Nesses casos, a legislação prevê prazo de três dias para o saneamento. Ao final, cada pedido será analisado individualmente e poderá ser deferido ou indeferido. O registro de candidatura, portanto, é uma etapa necessária para que a Justiça Eleitoral verifique o cumprimento das exigências legais antes da definição da situação de cada candidatura.

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