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    NORTE

    Temas da atualidade despertam a atenção da juventude em Tocantinópolis

    By Norte do Tocantins29 de setembro de 2019
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    Justiça Cidadão em Tocantinópolis
    Justiça Cidadão em
    Tocantinópolis

    No último dia do Projeto Justiça Cidadã, na região do bico do papagaio, as atividades foram realizadas no Colégio Dom Orione, em Tocantinópolis, nesta sexta-feira, 27. Os temas abordados em palestras e debates que aconteceram durante a programação chamaram a atenção dos estudantes.

    Especialista em crimes digitais, o investigador da Polícia Civil Odelino Fonseca falou para os alunos sobre como usar a internet e as redes sociais com responsabilidade. O palestrante destacou que o Projeto Justiça Cidadã tem sido salutar com esta ação nas escolas. “Com um celular nas mãos, os jovens estão 24 horas conectados na Internet, se comunicando pelas redes sociais, onde existem pessoas boas e ruins. Precisamos conscientizá-los sobre o uso dessas ferramentas”, completou.

    O bullying e o uso de drogas foram outros assuntos abordados com os alunos. Policiais militares da equipe do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) levaram importantes informações sobre o caminho sem volta das drogas.

    Os estudantes também participaram de uma roda de conversa com representantes do sistema de justiça, que explicaram e tiraram dúvidas sobre o tema proteção da criança e do adolescente. Participaram como debatedores o juiz Helder Carvalho Lisboa, o defensor público Dianslei Gonçalves Santana, o delegado Thiago Daniel Moraes e o capitão PM José Luís Cantanhede Coelho.

    O diretor do Colégio Dom Orione, padre Edimar José da Silva, disse que a realização do Projeto Justiça Cidadã com a comunidade escolar foi de grande utilidade por abordar temas atuais e muito relevantes. “São novos tempos que estamos vivendo e, querendo ou não, as escolas passam por situações relacionadas a todos os assuntos que foram abordados hoje aqui e são muito necessários esses esclarecimentos”, ressaltou.

    O diretor do Fórum de Tocantinópolis, Arióstenes Guimarães, esteve na escola para fazer a premiação aos alunos vencedores do concurso de redação que teve como tema Justiça Cidadã. Matheus Carvalho de Araújo (1º lugar), Carlos Benedito Ribeiro Coelho (2º lugar) e Krislane Damasceno Borges (3º lugar) receberam kits do projeto e certificados de participação emitidos pela Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat). Eles foram orientados pelo professor Miguel Magno.

    Estudante do 3º ano do ensino médio, Matheus Carvalho de Araújo disse que gostou muito de participar do concurso. “Achei bom, porque não era um tema muito discutido aqui e a gente pôde conhecer mais sobre como funciona a Justiça. Acredito que vai nos ajudar também na preparação para o vestibular.” (Mara Roberta)

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    O prazo para definir quem estará oficialmente na disputa pelas Eleições 2026 está chegando ao fim. Candidatas, candidatos e partidos políticos têm até as 19h deste sábado, 15, para apresentar à Justiça Eleitoral os pedidos de registro das candidaturas. A partir de 16 de agosto, também começa oficialmente o período de propaganda eleitoral. No Estado, o Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) será responsável pela análise dos registros para governador e vice-governador, senador e suplentes, deputado federal e deputado estadual. Já os pedidos para presidente e vice-presidente da República são julgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Registro começa pelo CANDex Para fazer o pedido, partidos, federações e coligações utilizam o Sistema de Candidaturas – Módulo Externo (CANDex). A ferramenta reúne dados das candidatas e dos candidatos, informações partidárias e documentos exigidos pela legislação. Em 2026, o sistema passou por mudanças. O CANDex agora funciona em versão web, com transmissão dos pedidos pela internet, sem necessidade de instalação no computador. A plataforma também permite integração com sistemas da Justiça Eleitoral, como o Cadastro Eleitoral e o Sistema de Gerenciamento de Informações Partidárias (SGIP). O acesso ao sistema utiliza autenticação por meio do e-Título ou da conta Gov.br, com segundo fator de autenticação. A integração permite, por exemplo, o pré-preenchimento de parte dos dados pessoais das candidatas e dos candidatos a partir das informações disponíveis no Cadastro Eleitoral. Cabe aos partidos e às federações conferir e validar os dados antes do envio. O que é analisado O pedido de registro reúne documentos e informações necessários para verificar se a candidatura atende aos requisitos previstos na legislação. Entre os principais formulários estão o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), que apresenta informações sobre o partido, a federação ou a coligação, e o Requerimento de Registro de Candidatura (RRC), com os dados individuais de cada candidata ou candidato. Também existe o Requerimento de Registro de Candidatura Individual (RRCI), utilizado pela pessoa escolhida em convenção que não tenha sido incluída no pedido apresentado pelo partido, federação ou coligação. Em 2026, o próprio CANDex disponibiliza o procedimento para esse tipo de registro. Entre os pontos verificados estão as condições de elegibilidade, a documentação apresentada, os dados informados e o cumprimento das regras relacionadas à composição das candidaturas. Nome de urna também segue regras O registro também define como a candidata ou o candidato será identificado na urna eletrônica. Quando duas ou mais pessoas pretendem utilizar o mesmo nome de urna, a legislação estabelece critérios para solucionar a coincidência. Nesses casos, podem ser considerados fatores como o exercício de mandato eletivo, o uso anterior daquele nome de urna em candidatura e a notoriedade do nome na vida política, social ou profissional. Depois do pedido, começa a análise judicial Com os registros apresentados, os processos são encaminhados para análise da Justiça Eleitoral. Os pedidos são autuados no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e, após a publicação dos editais, abre-se prazo de cinco dias para que candidatas, candidatos, partidos, federações, coligações, Ministério Público Eleitoral e demais legitimados apresentem eventuais impugnações. Cidadãs e cidadãos que estejam no gozo dos direitos políticos também podem apresentar notícia de inelegibilidade à Justiça Eleitoral, dentro do mesmo prazo de cinco dias contado da publicação do edital. Se forem identificadas falhas, omissões ou ausência de documentos necessários, a Justiça Eleitoral poderá determinar que a irregularidade seja corrigida. Nesses casos, a legislação prevê prazo de três dias para o saneamento. Ao final, cada pedido será analisado individualmente e poderá ser deferido ou indeferido. O registro de candidatura, portanto, é uma etapa necessária para que a Justiça Eleitoral verifique o cumprimento das exigências legais antes da definição da situação de cada candidatura.

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