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    Maior julgamento do Paraná inocenta 13 policiais militares acusados de execução

    Por Norte do Tocantins12 de outubro de 2017
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    Foto: Lineu Filho
    Foto: Lineu Filho

    Treze policiais militares acusados de executar cinco suspeitos de roubar um carro em Curitiba foram absolvidos pelo conselho de sentença ao final do júri mais longo do Paraná. A decisão foi lida por volta das 22h30 desta segunda-feira, 9, no Tribunal do Júri, no bairro Centro Cívico. Depois de dias de debates entre acusação e defesa, depoimentos dos réus e testemunhas e da votação feita pelos jurados, os policiais foram inocentados das acusações de homicídio qualificado e fraude processual.

    O caso aconteceu em 2009, no bairro Alto da Glória. De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR), os suspeitos mortos foram abordados em um veículo com alerta de roubo. Os indícios apresentados pela acusação apontam que os cinco se renderam, no entanto, chegaram mortos ao hospital, socorridos pelos próprios PMs.

    Os policiais alegaram que houve confronto e que os suspeitos foram abatidos depois de abrir fogo contra as equipes. No entanto, vídeos de câmeras de segurança divulgados mais tarde mostraram os suspeitos sendo rendidos com vida.

    “Essas pessoas entraram vivas no camburão da Polícia Militar e chegaram mortas ao Hospital Cajuru. Este caso não deveria ser chamado de ‘confronto do Alto da Glória’, mas sim ‘execução do Atuba’”, afirmou o promotor Lucas Cavini Leonardi, do MP-PR. Após este caso, o Governo do Paraná proibiu que policiais socorressem vítimas de confronto e aguardassem a chegada do resgate de uma equipe do Siate.

    Maior júri

    No total, 14 policiais foram acusados pelo MP-PR, mas um deles morreu anos depois do caso. O julgamento começou na última quarta-feira (4). Nos dias que se seguiram, foram ouvidas 37 testemunhas, 27 delas de defesa. Para o advogado dos policiais, Claudio Dalledone Júnior, que em dias anteriores chegou a falar sobre uma possível anulação do julgamento, o resultado foi satisfatório.

    “Na polícia daqui não tem a história da polícia que mata, a polícia daqui é a polícia que protege. Somos todos Rotam, somos todos Polícia Militar”, disse o advogado. “Esses policiais foram absolvidos de tudo. Vão voltar agora para os seus lares, vão voltar para as fileiras da polícia de cabeça erguida. É um recado para os bandidos que aqui a Polícia Militar vai sempre trabalhar. Aqui, quando a polícia é arrastada para um julgamento, tem 99% das vezes sido absolvida”, completou.(Tribuna do Paraná)

     

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