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    Família de Augustinópolis busca ajuda para menina de 2 anos com corpo coberto de pêlos

    Por Norte do Tocantins27 de novembro de 2013
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    Apenas as palmas das mãos e os pés não apresentam pêlos
    Kemilly Vitória nasceu com o corpo coberto de pelos
    Kemilly Vitória nasceu com o corpo coberto de pêlos

    A família de Kemilly Vitória Pereira de Souza está em busca de ajuda para a filha, que tem 2 anos e 8 meses. Ela nasceu com o corpo coberto de pêlos, que foram escurecendo ao longo do tempo. Atualmente, somente as palmas das mãos e os pés da menina não apresentam as pelugens. “Logo que ela nasceu, estranhei a quantidade de pelinhos, mas achava que era normal e com o tempo ficariam invisíveis. Mas não, a situação piorou cada vez mais e agora ela está completamente coberta”, conta a mãe, a dona de casa Patrícia Batista Pereira, 22 anos.

    Os pais buscaram tratamento em Goiânia, onde estão desde o último dia 17. De acordo com a mãe, a menina começou a ser submetida a exames assim que completou 1 mês de vidal. “Fizemos de tudo o que se possa imaginar. Raio-x da cabeça, eletrocardiograma, ultrassom pélvico e abdominal, sem contar aqueles que eu nem entendo o nome. Os médicos achavam que ela tinha alguma doença que poderia ter desencadeado o crescimento, mas ela é saudável e nenhum apontou problema”, explicou.

    Após diversas consultas médicas, segundo Patrícia, os médicos disseram que o caso de Kemilly é raro e estaria ligado a algum descontrole hormonal. Depois disso, a criança passou por diversos especialistas, até ser encaminhada a uma dermatologista que desconfiou que o problema dela poderia ser genético.

     “Na nossa cidade ninguém entendia o que acontecia com a minha filha. Aí, quando ela tinha 1 ano, fomos até a cidade de Imperatriz, no Maranhão, visitar uma médica que era conhecida de uma cunhada. Já estávamos sem esperanças, pois todo mundo falava que não tinha o que fazer, mas a doutora nos encorajou e disse que ela poderia ser tratada. No entanto, a gente tinha que procurar uma geneticista”, relatou a mãe em Goiânia.

    Apenas as palmas das mãos e os pés  não apresentam pêlos
    Apenas as palmas das mãos e os pés
    não apresentam pêlos

    Desde então, ela toma um remédio para tentar reduzir os pelos. “Infelizmente, parece que não houve efeito, pois ela continua peludinha e parece que não para de aumentar”, disse Patrícia, que ressalta que a menina tem uma vida normal. “Ela é ativa, gosta de brincar, fala sobre tudo, come bem. O problema só aparece quando a gente precisa sair com ela de casa e todos começam a olhá-la com espanto. Por enquanto, estamos contornando a situação, mas até quando?”, questionou.

    Com isso, a família voltou para Augustinópolis e tentou pedir ajuda da Secretaria de Estado da Saúde do Estado. “Eles nos disseram que não podiam fazer nada lá e nos enrolaram bastante tempo alegando que os pedidos médicos da Kemilly tinham se perdido. Aí eu passei a me informar e decidi seguir para Goiânia, onde mora meu irmão. Procurei o governo mais uma vez e eles nos ajudaram com as passagens de ônibus. Estamos nos virando com o restante das despesas por aqui”, afirmou o pai da criança, o eletricista Antônio de Souza, 34 anos.

    Na capital, a família conseguiu uma consulta para a menina no Hospital das Clínicas, onde, segundo eles, foram solicitados 13 exames. “O problema é que a maioria é pago, pois não há disponibilidade no Sistema Único de Saúde (SUS). Felizmente, houve repercussão do caso e algumas pessoas nos ofereceram ajuda. Do total, faltam apenas quatro para serem feitos. Mas já nos garantiram que o problema dela não é hormonal e talvez possa ser tratado com uma espécie de depilação a laser”, explicou o pai.

    Como o eletricista também tem muitos pelos no corpo, ele acredita que o problema da criança seja genético. “Eu também nasci assim, todo peludo. A diferença é que eu sou homem e isso foi encarado por todos como um fator normal. Mas no caso dela, que é menina, o excesso já incomoda e queremos resolver a situação antes que ela chegue na idade escolar”, destacou Souza.

    A Secretaria de Saúde do Estado do Tocantins não se manifestou até o momento sobre o caso. O mesmo aconteceu com o Hospital das Clínicas de Goiânia.

    A família de Kemilly é mantida financeiramente pelo pai, que trabalha em uma indústria em Augustinópolis. Para cuidar da filha, ele pediu uma licença e seguiu com a esposa para Goiânia. Segundo ele, em pouco mais de uma semana, eles já gastaram o equivalente a um mês de salário.

    “Ganho R$ 1 mil e já gastamos a mesma quantia nessa viagem. Apesar de estar hospedado da casa de parentes, temos que custear alimentação, transporte e o medicamento dela. Estamos em uma situação bem complicada, pois os recursos estão se esgotando e precisamos ficar um pouco mais aqui para tentar viabilizar um tratamento”, ressaltou Souza.

    Segundo o pai, muitas pessoas estão procurando a família para oferecer ajuda. “Somos agradecidos a todos que ficaram sensibilizados com o caso, pois precisamos reverter essa situação o quanto antes. O ideal seria que conseguíssemos um tratamento para Kemilly nas proximidades de Augustinópolis, para que eu não precise deixar meu emprego. Mas se aparecer algo em Goiânia, também vamos aceitar. Tudo o que queremos é a felicidade dela”, disse o eletricista.

    Emocionada, a mãe de Kemily afirma que eles tentaram por muito tempo não expor a criança, mas perceberam que quanto mais tempo demorassem, mais ela poderia ser afetada pela condição. “Ainda no hospital um médico brincou e disse que ela era filha do ator Tony Ramos. Até achei graça na hora, mas essa comparação não saiu mais da minha cabeça. Se eu sofro com isso, imagina só como será a infância e adolescência dela”, afirmou.

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