Giovanna Nazareno

O presidente do Partido Socialista Brasileiro no Tocantins, Carlos Amastha têm sido alvo de diversas críticas por sua atuação à frente da sigla durante as eleições municipais de 2020. Sob a sua liderança, filiada ao partido e candidata a vereadora pelo (PSB), a policial civil Giovanna Nazareno denunciou Amastha no último dia 25 de outubro por não repassar o dinheiro integral para as candidatas a vereadoras da sigla. Giovanna classifica a ação de Amastha como desprezo as mulheres.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com a candidata, mesmo após as cobranças o presidente do PSB não atendeu a reivindicação, que é garantida por lei, e não repassou os valores proporcionais para as candidatas a vereadoras.

Por essa razão, nessa terça-feira, 10, a candidata a vereadora Giovanna informou que entrou com um mandado de segurança contra Amastha e o PSB para que a justiça garanta o repasse proporcional do Fundo Partidário para todas as mulheres candidatas do partido.

Afirmou ainda, que está sendo perseguida pelo presidente regional Amastha, pois segundo ela, já houve até ameaças de expulsão do partido. Giovanna disse que não se vende e que não é candidata laranja e que vai lutar diuturnamente para fazer a voz da mulher ser ouvida no Tocantins.

Fundo Partidário

A lei estabelece que os partidos políticos devem repassar 30% dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para candidaturas de mulheres.

O PSB Tocantins tem um valor total de R$ 374.323,54 (trezentos e setenta e quatro mil trezentos e vinte e três reais e cinquenta e quatro centavos) do Fundo Partidário para destinar as mulheres candidatas.

O que diz os citados

O NT tentou falar com o ex-gestor e atual presidente do PSB, porém até a publicação dessa reportagem não conseguimos.

Carlos Amastha
Mandado de Segurança
Comentários do Facebook