Após deliberação em assembleia realizada na última terça-feira (19), sete profissionais da educação municipal iniciaram às 18h00 desta quarta-feira (20), uma greve de fome por tempo indeterminado. O protesto está sendo feito na Câmara Municipal de Palmas.

De acordo com um dos trabalhadores que estão em greve de fome, o ato foi motivado pela falta de diálogo com a gestão municipal. “Tomamos essa decisão de entrar em greve de fome porque não acreditamos mais no diálogo. Já tentamos diálogo por meio da Câmara de vereadores, Assembleia Legislativa e até mesmo diretamente no gabinete do Secretário Municipal de Educação, porém, não houve evolução.

Essa greve de fome é em solidariedade aos trabalhadores que tiveram o ponto cortado e vamos continuar com a greve de fome até que seja revestido este corte dos trabalhadores que reivindicam apenas o cumprimento de leis”, afirmou Fábio Lopes.

Na última terça-feira (19), o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Tocantins (SINTET) tentou diálogo com o Prefeito Carlos Amastha, uma vez que, a proposta feita não atendia aos anseios da categoria. O Sintet enviou ofício ao mesmo, solicitando com urgência a realização de uma audiência, porém, não houve resposta.

Segue nomes dos trabalhadores que participam da greve de fome: Antonio Chadud, Neilon William, Pinheiro Alves, Márcio Brasil, Tahina Paz, Fábio Lopes e Vinícius Luduvice.

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