Maquinário completo foi mobilizado para ação no Bico do Papagaio / Foto: Inácio Neto/Governo do Tocantins

O Governo do Tocantins, por meio da Agência Tocantinense de Transportes de Obras (Ageto), iniciou nesta sexta-feira, 28, um mutirão de manutenção nas rodovias estaduais. Os trabalhos começaram pelas rodovias TO-134, entre Axixá e Jatobal, e TO- 405, entre Axixá e a BR-230. Somados, esses dois trechos chegam a quase 70 km.

A força-tarefa começou pelo extremo norte, na região do Bico do Papagaio. De maneira simultânea, as rodovias da região começaram a receber intervenções, o projeto deve contemplar todas as estradas que estão com a trafegabilidade comprometida. “Iremos atuar em estradas não pavimentadas, com a realização de patrolamento e revestimento primário, e nas pavimentadas com realização de roçagem e tapa-buraco. Nos locais onde o tapa-buraco não é mais suficiente, iremos realizar o trabalho de correção da base com substituição da capa asfáltica danificada”, explicou a presidente da Ageto e secretária da Infraestrutura, Juliana Passarin.

Os serviços vão beneficiar pessoas como o produtor rural Raimundo Nonato Araújo, morador do povoado de Santa Luzia, localizado na TO-134, a 5 km de Axixá. “Esse trabalho vai beneficiar demais os moradores daqui.  Aqui a gente sofre demais, quebrava carro e era uma dificuldade pra chegar na cidade e agora vai ficar bom”.

Para o mutirão, a Ageto deslocou quatro equipes com maquinário completo. Cerca de 30 homens foram designados para a região, além de equipamentos como patrols, retroescavadeiras, rolos e caminhões caçambas.

A previsão é de que os trabalhos na região se prorroguem por 20 dias. Após a conclusão dos serviços e das intervenções em todas as rodovias estaduais com trafegabilidade comprometida existentes no Bico do Papagaio, as equipes serão deslocadas para a regional de Araguaína, onde o mesmo tipo de trabalho será realizado. “Vamos aproveitar o fim do período chuvoso para deixar a malha viária do Estado em boas condições, permitindo mais segurança e facilitando o escoamento da produção do Tocantins”, finalizou Juliana Passarin.

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