UTI

Confira o que diz o sindicato sobre o ato do governo: O Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Tocantins (SINDESSTO) vem a público repudiar o ato administrativo do governo do Tocantins que, de forma ditatorial, confiscou 70% dos leitos das Unidades de Terapia Intensiva (UTI’s) da rede privada do estado.

Diferentemente do que foi alegado pelo Secretário de Saúde do Estado, Dr. Edgar Tollini, desde abril os hospitais privados ofereceram, via ofício, leitos de terapia intensiva ao governo estadual. No entanto, à época o governo respondeu afirmando que tais leitos não seriam necessários, uma vez que o Estado estava priorizando a construção de um hospital de campanha.

A proposta do SINDESSTO, representando o entendimento dos hospitais privados do Estado do Tocantins, foi o estabelecimento de uma parceria público-privada, de forma a possibilitar o atendimento do maior número possível de cidadãos tocantinenses.

O SINDESSTO salienta que, mesmo com todas as dificuldades que os hospitais vêm enfrentando na linha de frente do combate à COVID-19, todos estão empenhados e dedicados à missão de minimizar os efeitos desta pandemia à população.

ENTENDA

O Governo do Tocantins publicou no Diário Oficial desta sexta-feira, 15, a Portaria que dispõe sobre a requisição administrativa de 70% dos leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTIs) existentes da rede hospitalar privada, ocupados ou não, e equipados, mantendo o restante para uso da própria unidade hospitalar. A medida determina ainda que a Polícia Militar preste o apoio necessário para seu devido cumprimento.

PACIENTES VINDO DE OUTROS ESTADOS

O Estado do Tocantins já recebeu pelo menos quatro voos esta semana vindos do Estado do Pará com pacientes com coronavírus. Após desembarcarem em Palmas o transporte desses pacientes foram realizados pela empresa Liss Care, em suas ambulâncias, para diferentes destinos hospitalares de Palmas.

 

 

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