Foto: Arquivo pessoal

Por volta das 17h30 desta segunda-feira (11), a lavradora Maria Ilda Rodrigues Lopes de 52 anos recebeu alta após seis dias de tratamento no Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Tocantins (HDT-UFT), instituição filiada à Rede da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, instalada no município de Araguaína (TO). A paciente foi diagnosticada com Covid-19.

Dona Ilda conta que os primeiros sintomas ocorreram há oito dias e foram tosse, febre, muito cansaço, dor de cabeça e nas costas, dificuldade no paladar e para respirar. Assim, ela procurou uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), fez o teste rápido, mas deu negativo. Porém, como os sintomas continuavam, colocaram-na no isolamento e repetiram o teste que deu positivo. Logo, a paciente foi encaminhada para o HDT-UFT, onde ficou seis dias internada.

Emocionada, ela falou sobre sua experiência. “Quando fui internada, as pessoas achavam que eu não ia voltar com vida, mas quando você tem fé, tudo dá certo, foi colocado na minha frente os médicos e enfermeiros certos e o tratamento correto na hora certa, eu nunca tive dúvida que eu iria me curar. Para mim, é indescritível o que eu sinto com o resultado dessa cura, se não fosse Deus na minha vida, eu não estaria aqui, porque só eu sei como eu me senti, sentada, sem conseguir falar porque não respirava direito, e  hoje em casa podendo contara minha história de vitória”.

A paciente lembrou ainda da importância de levar as medidas de proteção a sério. “Depois de tudo que passei, eu reforço a todos que tenham muito cuidado, a prevenção é o melhor remédio, fiquem em casa e e precisar sair, use máscara, álcool em gel, proteja a si e os outros”, conclui.

Conforme o Plano de Contingência/Covid-19 da Secretaria de Estado da Saúde, atualmente, o HDT-UFT é responsável pela internação de pacientes infectados com o novo coronavírus, classificação moderados, com a disponibilidade de dez leitos.

Atuação da Rede Ebserh

Desde os primeiros anúncios sobre o COVID-19, a Rede Ebserh tem trabalhado em parceria direta com o Ministério da Saúde, com participação do Centro de Operações de Emergência (COE) do órgão e tendo como diretrizes monitorar a situação no país e em suas unidades, realizar treinamento de funcionários da Rede, promover webaulas, definir fluxos, montar câmaras técnicas de discussões com especialistas e atuar como hospitais referência em algumas regiões.

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