Em visita a vários municípios das regiões central e nordeste do Estado no fim de semana, o presidente da Assembleia, Mauro Carlesse (PHS), acompanhado dos deputados Wanderlei Barbosa (SD) e Lauana Ribeiro (PDT), ouviu as demandas dos prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças políticas. Em sua passagem por Pedro Afonso, Tupirama, Bom Jesus, e Santa Maria os representantes políticos solicitaram ao parlamentar o retorno do atendimento médico-hospitalar especializado para Palmas.

Atualmente o hospital de referência desses municípios é Araguaína, o que dificulta o transporte e o apoio aos pacientes, já que segundo os prefeitos, além de ser mais longe do que a capital, os municípios da região não podem contar com o apoio dos deputados estaduais nem da Associação Tocantinense dos Municípios (ATM), que têm sede em Palmas para dar suporte aos pacientes.

Os representantes da região solicitaram também ao presidente da Assembleia o retorno do atendimento do Banco do Brasil em Pedro Afonso, cuja agência – que atendia a vários municípios – está fechada desde março deste ano, quando foi explodida por assaltantes fortemente armados.

Carlesse garantiu que vai tentar uma solução para os dois problemas. Para isso, entrará em contato com representantes do Banco do Brasil em Palmas e, se necessário, com a direção nacional da instituição, em Brasília. O mesmo fará em relação à mudança do atendimento hospitalar, que será tratado com o secretário de Estado da Saúde, Marcos Musafir.

Meio ambiente

Acompanhado dos deputados Wanderlei Barbosa, em todo o trajeto, (SD) e de Luana Riberiro (PDT), em Pedro Afonso, Carlesse se comprometeu também a discutir com a sociedade e com os órgãos competentes sobre os benefícios e os danos socioambientais que poderão advir com a possível construção de uma usina no rio Sono, no município de Novo Acordo.

A licença prévia para a obra foi concedida pelo Naturatins, mas foi suspensa pela Justiça, no início deste mês, que acatou uma ação popular movida pelo advogado Fernando Araújo, com mais de quatro mil assinaturas de moradores da região, contrários à construção da usina.

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