Fechar menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook WhatsApp X (Twitter) Instagram YouTube
    Norte do TocantinsNorte do Tocantins
    • HOME
    • TOCANTINS
    • PALMAS
    • NORTE
    • POLÍTICA
    • ELEIÇÕES 2026
    • POLÍCIA
    • MARANHÃO
    • PARÁ
    • GERAL
    • SOCIEDADE & BLZ
    Norte do TocantinsNorte do Tocantins
    Início » MPE obtém liminar que bloqueia R$ 64,7 milhões por aplicação irregular do Igeprev
    TOCANTINS

    MPE obtém liminar que bloqueia R$ 64,7 milhões por aplicação irregular do Igeprev

    Por Norte do Tocantins22 de setembro de 2015
    WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Tumblr E-mail
    igeprev
    igeprev
    igeprev

    O Ministério Público Estadual (MPE) obteve, no Tribunal de Justiça, uma liminar que determina o bloqueio de bens móveis e imóveis, no valor de R$ 64.786.398,65, de pessoas físicas e empresas relacionadas em uma Ação Civil Pública por Ato de de Improbidade Administrativa referente à aplicação irregular de recursos do Igeprev no fundo de investimentos FI Diferencial.

    Dentre as pessoas físicas, tiveram bens bloqueados o ex-presidente do Igeprev, Gustavo Furtado Silbernagel; o ex-superintendente de Gestão Administrativa, Edson Santana Matos; e o ex-presidente do Conselho de Administração, José Eduardo Siqueira Campos.

    No rol de pessoas jurídicas com bens bloqueados, constam a Drachma Investimentos S/A, Diferencial CTVM e BNY Mellon Serviços Financeiros DTVM S/A.

    Recurso
    A liminar resulta de um recurso, apresentado pela 22ª Promotoria de Justiça da Capital, que pediu a reforma de decisão proferida pela Justiça de primeiro grau, a qual negou o pedido do MPE alegando que a Ação Civil Pública não comprovava justificativa para o urgente bloqueio de bens.

    No Tribunal de Justiça, a juíza Célia Regina Regis, relatora em substituição, considerou que a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça estabelece que não é necessária a comprovação de urgência para o bloqueio de bens, bastando haver claros indícios da prática de atos de improbidade administrativa. Ainda segundo ela, esses indícios estão nítidos nos relatórios de sindicância do Igeprev e de auditoria do Ministério da Previdência, os quais apontam que a aplicação do Igeprev em 10 fundos de investimento foi realizada de forma temerária, ao contrariar as regulamentações do Banco Central e do próprio Ministério da Previdência.

    No recurso apresentado ao Tribunal de Justiça, o Promotor de Justiça Miguel Batista de Siqueira Filho defendeu também que a decisão da Justiça em primeiro grau, ao negar a liminar, privilegiou o equilíbrio financeiro e o bem-estar dos denunciados, em detrimento do interesse público.

    A liminar determina que a indisponibilidade de bens dos requeridos deve perdurar até o julgamento final das ações.
    Outros recursos do MPE estão tramitando no Tribunal de Justiça, referentes à concessão de liminares para o bloqueio de bens das demais aplicações realizadas fora dos parâmetros de segurança estabelecidos pelo Banco Central e pelo Ministério da Previdência.

    Entenda

    As ações movidas pelo MPE têm por base o relatório de sindicância administrativa realizada por uma comissão do Igeprev, que detectou R$ 1.176.842.671,64 aplicados em fundos sem liquidez. Nestas aplicações, encontra-se consolidada a perda dos R$ 263.648.310,47.

    Também embasa as ações o relatório de uma auditoria realizada pelo Ministério da Previdência Social junto ao Igeprev, o qual apontou que o Conselho de Administração elevou o limite para aplicações em fundos de crédito privado, aumentando a exposição dos recursos a riscos e facilitando a realização de aplicações com percentuais acima do permitido pelo Conselho Monetário Nacional. Consta, inclusive, que o Igeprev chegou a resgatar os recursos de fundos de primeira linha, mais seguros, para aplicar em fundos sem solidez e sem liquidez.

    Dois termos de ajustamento de conduta foram firmados entre o Ministério da Previdência e o Conselho de Administração do Igeprev, visando a adequação das aplicações aos limites legais, mas ambos foram descumpridos e, por isso, rescindidos em outubro de 2014.

    Ainda fundamenta as ações um relatório de auditoria da Receita Federal, o qual detectou indícios de que alguns fundos de investimentos teriam sido constituídos com a finalidade de receber os recursos previdenciários, tendo sido formatados prevendo a exposição das aplicações a riscos e sem as devidas garantias.

    Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter Pinterest Telegrama E-mail
    Artigo AnteriorPrisões e apreensões de armas são realizadas pela polícia no Norte do TO
    Próximo artigo Jorge Palma confirma pré-candidatura a vice em Araguaína e apoio a Walter Ohofugi
    Vagas de Empregos

    Postagens relacionadas

    Tocantins vira potência do agro: setor responde por 99% das exportações e coloca estado no topo da Região Norte

    29 de abril de 2026

    Tocantins dispara como um dos estados que mais investem em segurança e reforça a presença da Polícia Militar nos 139 municípios

    29 de abril de 2026

    TO: Suspeito de usar credenciais de policiais para vender dados sigilosos é preso no Paraguai

    29 de abril de 2026

    Wanderlei Barbosa autoriza substitutivo de MP com indenizações de R$ 1.200 após audiência com categorias

    29 de abril de 2026

    Senadora Professora Dorinha garante pagamento de mais de R$ 29,1 milhões e fortalece rede de saúde em 26 municípios do TO

    23 de abril de 2026

    ‘Quando descobrem, mandam embora’: vendedor que viralizou em Palmas denuncia demissão após epilepsia

    23 de abril de 2026

    Últimas Notícias

    Prefeitura de Palmas amplia acessibilidade com construção de calçadas e rampas em avenidas de grande fluxo

    29 de abril de 2026

    Tocantins vira potência do agro: setor responde por 99% das exportações e coloca estado no topo da Região Norte

    29 de abril de 2026

    Tocantins dispara como um dos estados que mais investem em segurança e reforça a presença da Polícia Militar nos 139 municípios

    29 de abril de 2026

    TO: Suspeito de usar credenciais de policiais para vender dados sigilosos é preso no Paraguai

    29 de abril de 2026
    Categorias
    • CURTAS
    • ELEIÇÕES 2026
    • ESPORTE
    • GERAL
    • MARANHÃO
    • NORTE
    • PALMAS
    • PARÁ
    • POLÍCIA
    • POLÍTICA
    • SOCIEDADE
    • TOCANTINS
    • VÍDEOS
    Facebook WhatsApp X (Twitter) Instagram YouTube
    • Fale conosco
    • Quem somos
    • Expediente
    • Anuncie no site
    • Envie sua notícia
    © 2026 Norte do Tocantins | Todos os direitos reservados. | Desenvolvido por Network F5

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.