O Ministério Público do Tocantins identificou falhas graves na estrutura e no funcionamento dos Conselhos Tutelares em municípios do Bico do Papagaio, após inspeções realizadas em fevereiro de 2026. Problemas como falta de salas adequadas, ausência de equipamentos, precariedade estrutural e deficiência de pessoal comprometem o atendimento a crianças e adolescentes.
As prefeituras de cidades como Augustinópolis, Praia Norte e Esperantina têm 60 dias para corrigir as irregularidades. Entre as cobranças estão melhorias na infraestrutura, contratação de profissionais, garantia de segurança, transporte e valorização dos conselheiros. O cenário expõe fragilidade no sistema de proteção infantil e pressiona gestores por respostas imediatas.

