A Justiça concedeu liberdade provisória para os três policiais civis presos na Operação Detalhes suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas e outros crimes. Mesmo assim, dois deles vão permanecer presos orque respondem a outros crimes.

A decisão do Supremo Tribunal Federal, por enquanto, coloca em liberdade apenas um dos acusados: Max Mileno dos Santos Silva. Os outros dois Ademael das Neves Conceição e Genilson da Costa Feitosa vão continuar presos no Batalhão da Polícia Miltiar, na cidade, já que possuem outras duas prisões preventivas decretadas pela Justiça.

Os três policiais foram presos no mês de junho após investigações da Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) e Ministério Público Estadual.

“As imputações que foram apresentadas foram, tráfico de drogas, associação para o tráfico, corrupção ativa, corrupção passiva e violação do sigilo funcional”, disse o promotor de Justiça Benecdito Guedes.

O delegado responsável pelo inquérito também afirmou que os policiais usavam a função para atrapalhar as investigações contra uma organização criminosa.

Operação

A operação se chama “Detalhes” porque esse era o nome de um salão de beleza que não existe mais e era usado como ponto de venda de drogas em Araguaína. Foi através do salão que a polícia descobriu o envolvimento dos policiais e de outras pessoas.

A prisão dos policiais aconteceu no dia 2 de junho deste ano. Outras 12 pessoas também foram presas na época e três quilos de maconha apreendidos. No mesmo mês, a polícia divulgou escutas telefônicas que mostram a suposta ligação dos agentes com o crime no Tocantins. (G1)

 

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