Araguaína é a novo município brasileiro com uma unidade Medstation a partir desta terça-feira, 20. Com a implantação, a população de Araguaína e cidades vizinhas passa a contar com um serviço de saúde marcado pela qualidade, praticidades e com valores diferenciados em consultas e exames básicos.

Para os pacientes, a franquia deverá preencher uma lacuna de saúde básica do país. O diretor da Medstation, o médico e empresário Neymar Lima, explica que a empresa tem o intuito de atender a um público que pode pagar para ter serviços de saúde básica de qualidade, porém, não pode investir muito e precisa de uma solução mais rápida. “Há muitas pessoas que querem sair da fila do SUS, querem poder escolher um profissional para fazer seu atendimento, querem poder escolher um horário para ir a uma consulta médica”, explana Lima.

Localizada na Avenida 1º de janeiro, na quadra 2 e lote 2, a Medstation Araguaína dispõe de uma área total de 535m2, com cinco consultórios médicos, três consultórios odontológicos, sala de coleta para exames laboratoriais, sala de procedimentos, raio x, ultrassom e duas recepções com capacidade total para 80 pessoas confortavelmente acomodadas.

O empresário Jefferson Silva, proprietário da franquia em Araguaína, explica que decidiu investir no negócio após perceber que a Medstation supre três características importantes em sua avaliação. “A Medstation se encaixa bem em uma necessidade do mercado em Araguaína; está sendo um sucesso nos Estados Unidos e também está em amplo avanço em Palmas, Taquaralto e Paraíso do Tocantins; e trabalha no sistema de franchising, um ponto que representa mais segurança em vários aspectos para o negócio”, enfatiza o franqueado.

SOBRE A MEDSTATION

A Medstation surgiu na Flórida (EUA) e pretende ser um empreendimento referência em negócios médicos, com franquias formatadas em cinco modelos de investimento. O atendimento vai oferecer conexão com a rede de credenciados do Cartão Medhelp, o que amplia ainda mais os benefícios.

A empresa deve inaugurar ainda unidades no centro de Palmas, em Taquaralto e em países de língua portuguesa como Angola e Moçambique, no modelo da que já funciona nos Estados Unidos.

 

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