Em visita ao Norte do TOCANTINS, em especial Araguatins e a região do bico, nota-se que o abandono e o descaso. A partir de uma economia baseada em atividades primárias (agricultura familiar, pesca, extração de mineiros), secundárias as transformações traduzem-se, inicialmente, em um crescimento relativamente maior do Setor Secundário ( turismo e exportação, imóveis, hotéis), e posteriormente, do Setor Terciário ( investimentos e desenvolvimentos).

Essas mudanças são induzidas pelas alterações na demanda doméstica de produtos, pelas novas tecnologias de produção e pelos novos fluxos comerciais local e regional.

A dinâmica dessas transformações nos espaços econômicos regionais pode variar em intensidade, ritmo e direção, em função de uma série de razões. Nesse sentido, a respeitabilidade é única e exclusiva do poder público, em dirimir e em promover, alavancar esforços, parcerias, projetos que incentive esse avanço.

As faltas de mudanças estruturais nas regiões  em especial no Norte do TOCANTINS e no bico do papagaio, podem ser explicadas a partir de três fatores principais: políticas públicas ineficiente,( ações afirmativas de desenvolvimento humano, projetos eficazes que possam possibilitar e garantir o crescimento local), não há o incentivos fiscais ( facilitar e incentivar as empresas há investir em nossa região, para gerar emprego e renda), não temos investimentos produtivos ( agricultura familiar, Horta comunitária, corte e costura, oficinas profissionalizantes, criação de postos de Trablaho), quanto ao déficit na infraestrutura ( ruas desfeitas, casas caindo, abandono das praças e locais de recreações),  difusão das novas tecnologias de produção baseadas no amplo incentivos para o desenvolvimento.

As mudanças na composição da demanda dos produtos e serviços das regiões estão intimamente ligadas ao aumento da renda per capita e à abertura comercial verificada a partir do início de cada mandato executivo e legislativo. Nossa colaboração é no sentido de aprimorar e instruir as atuais gestões no que se refere crescimento e investimento social e sustentável, os executivos municipais tem a autonomia e a obrigação através dos seus assessores especiais em captar  recursos e meios, parcerias e investimentos quer seja eles estaduais ou federais, e aplicar de forma honesta e ostensiva na produção de alimentos, agricultura familiar, abastecimento local, educação, saneamento básico, treinamento, inventivo a cultura, esporte e lazer, no Rio, nossas praias, confesso que aí assim poderemos desenvolver nossa região. Esses mecanismos, tornam-se essenciais para os quais o desenvolvimentos que fiz menção, estamos passando da hora de começarmos a excelente e necessária mudança regional AVANÇA TOCANTINS, BICO DO PAPAGAIO – ARAGUATINS.

 

Wemerson Alves da S. Lima

Dignidade  & Cidadania

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