Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) realiza reunião deliberativa com 10 itens. Entre eles, o PLS 209/2015, que visa instituir na legislação multa a ser paga por empresas concessionárias aos usuários dos serviços de energia elétrica em caso de interrupção no fornecimento. Em pronunciamento, senadora Katia Abreu (PMDB-GO).  Foto: Pedro França/Agência Senado
Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) realiza reunião deliberativa com 10 itens. Entre eles, o PLS 209/2015, que visa instituir na legislação multa a ser paga por empresas concessionárias aos usuários dos serviços de energia elétrica em caso de interrupção no fornecimento.
Em pronunciamento, senadora Katia Abreu (PMDB-GO).
Foto: Pedro França/Agência Senado

A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) apresentou nesta quarta-feira , 6, pedido de informações ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil sobre o andamento das obras de duplicação da BR-153, conhecida como Belém-Brasília, no trecho entre Anápolis (GO) e Aliança do Tocantins (TO).

As obras de duplicação, demanda antiga de goianos e tocantinenses, estão paralisadas devido ao envolvimento na Operação Lava Jato da construtora Galvão Engenharia, empresa que assumiu a concessão do trecho. Kátia Abreu lembrou que a rodovia, bastante movimentada, registra centenas de acidentes todos os meses. O Requerimento foi apresentado à Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal.

“Estamos aflitos. São centenas de acidentes devido à via única. Queremos saber o que está sendo encaminhado. Estávamos tentando negociar a passagem dessa obra para uma outra empresa, mas devido às dificuldades dessas negociações, pedidos de concordata, pedidos de falência, tornaram-se sem efeito as primeiras negociações”, disse a senadora durante reunião da comissão nesta quarta-feira.

Anéis viários

Ainda durante a reunião da comissão, a senadora Kátia Abreu manifestou apoio ao Projeto de Lei do Senado 702/2015, que determina a separação das rodovias federais das vias urbanas e procura reduzir os impactos negativos nas cidades.

“É normal que se faça o anel viário porque é natural que a cidade cresça, de desenvolva, as pessoas progridem, graças a Deus. É necessário garantir a segurança dessas vias. Isso aflige as cidades diariamente. Todos os dias acabam ocorrendo acidentes. Quero dar todo apoio a esse projeto e falar do quanto ele é contemporâneo, porque vemos essas situações em todos os estados”.

A senadora deu como exemplo a cidade de Colinas (TO), por onde passam a Rodovia Transamazônica (BR-230) e a Belém-Brasília (BR-153). “Centenas de caminhões atravessam diariamente a avenida principal da cidade”.

 

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