Representantes da Associação dos Policiais Civis do Estado do Tocantins (Aspol/TO) se reuniram com o secretário estadual de administração, Geferson Barros, discutindo uma série de reinvindicações da categoria junto ao Governo do Estado.

Entre os pedidos está a correção da data-base que incide sobre a Lei da Paridade da Polícia Civil. O objetivo é garantir que em 2018 não haja diferença salarial entre peritos e demais cargos da PC. O secretário informou que irá montar um processo para analisar a proposta de correção.

Sobre o pagamento das progressões Barros adiantou que a lista de 2014 com os servidores aptos a progredirem será publicada até a próxima semana. Já com relação às progressões de 2015 o secretário disse que serão publicadas após análise do Conselho Superior de Polícia Civil, sendo que sua implementação será a partir de janeiro de 2016.

Os representantes classistas também questionaram sobre a folha de pagamento complementar, com a diferença da data-base a ser paga até o dia 31 de julho. Geferson Barros informou que a folha será processada no prazo, com o retroativo dos meses de maio e junho.

Outra reinvindicação importante apresentada diz respeito ao pagamento do retroativo das progressões, principalmente daqueles servidores que fizeram antecipação junto às instituições financeiras. Barros salientou que está tentando resolver o problema, inclusive buscando novas instituições financeiras para que essas assumam as dívidas dos devedores.

Por fim, a Aspol solicitou agilidade na convocação dos aprovados nos concursos da Polícia Civil e Secretária da Defesa Social (Seds). O Governo afirmou que o certame da Seds será homologado esta semana e em agosto deve ter início a academia. Com relação ao concurso da PC, Barros disse que a comissão de impacto financeiro do Governo do Estado se reunirá esta semana para buscar soluções para viabilizar o curso de formação.

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