DSC_3277O deputado Wanderlei Barbosa (SD), após apresentar em regime de urgência um requerimento, de sua autoria, em que solicita a realização de Audiência Pública para discutir os valores cobrados pelo IPTU da Capital, fez uso da tribuna, e disse que há estudos realizados pela Associação Comercial e Industrial de Palmas (ACIPA) e Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI) que apontam que os valores da planta imobiliária estariam acima da média no município.

A solicitação do deputado se deve ao fato do estudo de revisão comprovar que a gestão municipal de Palmas está cobrando IPTU acima do recomendado pelas entidades responsáveis. “Queremos ouvir essas entidades para exigir do prefeito de Palmas uma cobrança justa. Não vamos deixar que a população pague acima dos valores reais e ainda vamos requerer a devolução dos recursos cobrados indevidamente aos contribuintes lesados”, enfatizou Wanderlei.

O parlamentar também mencionou que não vai deixar de criticar irregularidades do Governo municipal. Ele mencionou algumas ações do Ministério Público que pretende investigar gastos indevidos com obras de infraestrutura e instalação de painéis eletrônicos.

Saúde do Estado

Ainda durante seu discurso, preocupado com o atual cenário da saúde pública no Tocantins, o deputado reforçou um requerimento apresentado em conjunto com o deputado Cleiton Cardoso (PSL), em caráter de urgência, que pede a convocação do Secretário de Saúde, Marcos Musafir, à Assembleia Legislativa, para prestar informações e esclarecimentos quanto as denúncias feitas pela população sobre os atendimentos nos hospitais públicos do Estado.

Segundo o parlamentar, uma das fiscalizações emergencial, é a saúde da população tocantinense. Wanderlei fez referência a várias manchetes veiculadas nos veículos de comunicação do Estado e em rede nacional. O deputado lamenta a situação. “É inadmissível, o povo tocantinense está indignado com a atual situação que estão vivendo, nossa intenção é discutir com o secretário soluções para os problemas da saúde. Não podemos concordar com as falhas de gestão e permitir que os pacientes continuem sofrendo nos corredores dos hospitais”, finalizou.

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