Nesta segunda-feira, 20 de junho, a Praça dos Girassóis e a entrada dos demais órgãos públicos do Governo do Estado em Palmas e nas principais cidades do interior amanheceram tomadas por faixas que demonstram a indignação, o protesto e as reivindicações dos servidores públicos estaduais. Essa é mais uma ação do calendário de mobilizações coordenado pelo Movimento de União dos Servidores Públicos Civis e Militares do Estado do Tocantins (MUSME-TO) e que atualmente conta com a participação de 39 entidades classistas entre Sindicatos, Associações, Confederação, Federações, Centrais Sindicais e Associações de Militares.

A pauta reivindicada pelas entidades classistas é única: o pagamento imediato dos retroativos da data-base 2015, bem como a implantação do índice referente à data-base 2016.

Na semana passada, o MUSME-TO coordenou ação de conscientização direcionada aos servidores. Foram entregues milhares de panfletos dentro dos órgãos estaduais em Palmas e no interior. No panfleto, o Movimento buscou esclarecer e tornar públicos os principais pontos da legislação vigente que garante o pagamento da data-base.

“Nosso objetivo é sensibilizar o Governo e também a sociedade a respeito da importância da nossa reivindicação. Sem a data-base, toda a economia tocantinense é prejudicada porque são 34 mil pessoas que estão tendo seu poder de compra drasticamente reduzido. Imagine isso levando em consideração que cada servidor tem sua família, seus compromissos no comércio local! É um grande prejuízo! O Governo precisa entender isso e vir negociar conosco”, argumentam os presidentes das entidades classistas.

Eles também ressaltam que a deflagração de greve é o último recurso que será utilizado pela categoria na busca de garantir que a reivindicação seja atendida. “Nós sabemos que uma greve geral vai trazer inúmeros prejuízos, principalmente, para a população que precisa dos serviços prestados pela administração pública. Por isso, o MUSME-TO trabalha com um calendário de ações e ao mesmo tempo, busca o caminho da negociação e do diálogo. Estamos fazendo tudo o que está ao nosso alcance. Mas, repetimos: nosso objetivo é a defesa do servidor e se o Governo não sinalizar o pagamento, nós vamos ter que levar a negociação até as últimas consequências. Nós esperamos sinceramente que o Governo tenha ciência da gravidade do momento e chame os Sindicatos para negociar o quanto antes”, pontuaram os membros do MUSME-TO. (Ascom)

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