raul filho
raul filho

Em um auditório lotado por palmenses de todas as esferas sociais, o presidente Metropolitano do Partido da República (PR) Raul Filho, classificou como honroso o apoio do deputado federal Carlos Gaguim a sua pré-candidatura à Prefeitura de Palmas. “Estou emocionado, isso aumenta a responsabilidade. Com tantas experiências na política, ainda fico surpreso pelo carinho que estou recebendo para esse projeto grandioso”, confessou.

Raul Filho iniciou seu discurso, contemplando a história política do Tocantins. A presença do ex-governador Raimundo Boi e do empresário Hausenclever Pettersen ao evento, aos quais definiu como “grandes homens dessa luta” e as manifestações de apoio recebidas emprestaram um tom nostálgico a sua fala. Ele mergulhou na história e trouxe de volta lembranças da primeira capital, Miracema até a Palmas dos dias atuais. “Essa história pesa sobre os ombros, me sinto na tarefa de continuar a construir. Todos seremos sempre os protagonistas”, declarou.

Sobre sua pré-candidatura ao Paço Municipal, Raul Filho disse ter observado o avanço de seu grupo e as pesquisas apontando para a preferência da maioria do eleitorado. “Por aclamação do povo, vamos derrotar “aquele” que nunca mereceu administrar essa cidade e que falhou com nossa gente”, garantiu ele, acrescentando que esse é um projeto de todos os palmenses e que não se reveste de vaidades pessoais.

Raul completou ainda que, o discurso de uma nova política, adotado pelo atual gestor, ao assumir compromissos de forma fácil em “palanques de campanha” resultou em virar as costas para a sociedade que o elegeu. “Ele disse que não entendia o que nós fazíamos. Hoje, somos nós que não entendemos por que ele não fez até agora”, ironizou.

A reforma tributária feita no governo Raul Filho foi um dos pontos destacados pelo ex-prefeito. “Sem extorquir a população”, definiu em poucas palavras confrontando com os gastos em exagero e ausência de políticas públicas, e os resultados pífios pelo que é arrecadado. “Diante do orçamento que essa cidade tem atualmente, é preciso um gestor que distribua essa renda mais igualitária e de forma humanista, olhando para todas as partes da cidade, e não somente no Centro. Palmas não pode pagar por um governo que preza pelo luxo e a vaidade”, concluiu.

 

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