Na noite do último sábado, 11, a Polícia Militar, através da 3ª Companhia Independente (CIPM), e a Secretaria de Estado da Segurança Pública, por meio da Assessoria de Polícia Comunitária, finalizaram a 23ª Edição do Curso de Agentes Comunitários de Segurança (CACS) na cidade de Colinas.

O curso aconteceu na Escola Estadual Lacerdino Oliveira Campos, situada no setor Santo Antônio, onde os concluintes receberam informações sobre a participação social na prevenção criminal, cultura de segurança, a interação entre a comunidade e as forças de segurança pública, como reconhecer atitudes suspeitas e demais temáticas pertinentes.

A capacitação é gratuita e tem como público alvo moradores das comunidades dispostos a atuar em parceria com as forças de segurança pública na identificação e resolução de problemas da comunidade, através de soluções criativas, elaboradas pelos próprios moradores, por meio de uma rede comunitária de segurança integrada por policiais, estudantes, comerciantes, veículos de comunicação, associações de moradores e autoridades constituídas.

As aulas foram ministradas pelo tenente-coronel da PM Henrique Júnior, capitão Thiago Monteiro, capitão Márcio Sousa Costa, tenente Renê Campos, tenente Geraldo Ferreira e cabo Reginaldo Brabo, e os participantes receberam um certificado de 12 horas/aula. A ação serviu para aproximar a sociedade das forças de segurança de maneira que haja um fortalecimento da confiança entre ambos, instigando a participação social na construção de uma segurança pública preventiva mais efetiva, contribuindo para a qualidade de vida da população local.

O subcomandante da 3ª CIPM e instrutor do curso, capitão da PM Márcio Sousa Costa, ressaltou que “a prevenção criminal é um grande desafio para a segurança pública. Estimular hábitos, posturas e ações que minimizem a possibilidade de atuação dos agressores sociais é fundamental para o alcance de tal objetivo”.

Já o assessor de Polícia Comunitária, tenente-coronel da PM Henrique de Souza Lima Júnior destacou que “uma comunidade vigilante dificulta as ações dos criminosos, e cada cidadão deve assumir sua responsabilidade de atuar em prol da segurança pública. O CACS trabalha isso, a prática da polícia comunitária exige a conscientização e o envolvimento da comunidade”, finalizou o tenente-coronel.

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