Mesmo com o severo corte de 30% nos repasses ordinários feitos pelo governo à UFT (Universidade Federal do Tocantins), a instituição conseguiu, em 2016, retomar sete obras que estavam paralisadas e que estão sendo entregues aos estudantes e comunidade acadêmica. Os serviços representam um investimento de R$ 30,81 milhões, englobando prédios para estudos e bibliotecas novas.

“Na gestão da professora Isabel Auler, com planejamento e gestão, foram obtidos recursos necessários para que as obras fossem retomadas e não houvesse dinheiro perdido”, destaca o vice-reitor em exercício da reitoria Luís Eduardo Bovolato.

Ele é candidato a reitor na Consulta Eleitoral da universidade pela chapa 11 “Viver UFT”. Programada para o próximo dia 9, a Consulta Eleitoral ocorre porque Isabel faleceu no começo de maio após um AVC. Bovolato tem como candidata a vice-reitora a professora Ana Lúcia Medeiros.

As obras retomadas foram, por exemplo, os chamados “3P” (três pavimentos; um bloco para laboratórios, salas de aula e salas administrativas) em Tocantinópolis, biblioteca em Araguaína, biblioteca em Miracema, restauração de prédio em Palmas e blocos “3P” em Porto Nacional, Gurupi e Arraias.

Em valores, os três principais investimentos foram o prédio em Gurupi, com R$ 5,83 milhões; e as bibliotecas de Tocantinópolis, R$ 5,96 milhões, e Miracema, R$ 6,69 milhões. “O conjunto de pessoas que atua com a gestão sabe a importância de cumprir o planejamento e valorizar o recurso que chega na nossa instituição. A ideia desse conjunto de pessoas é continuar com as mesmas práticas corretas para melhorar ainda mais a vida dos professores, técnicos e estudantes”, salienta Ana Lúcia.

Bovolato diz que a meta, agora, é que todos os campus da UFT tenham bibliotecas “3P”. “Esse modelo de biblioteca é um avanço significativo nos métodos de ensino e todas as nossas unidades precisam contar com essa estrutura”, frisa Bovolato.

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