a regularização do Sintras exige que pagamento dos servidores seja todo dia 1º de cada mês
Sintras exige que pagamento dos servidores seja todo dia 1º de cada mês

Na manhã desta quinta-feira, 30, o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Tocantins reuniu com outras entidades representantes de servidores públicos do estado para discutir o pagamento dos servidores que está sendo feito desde o início deste governo no dia 12 de cada mês.

Fato que o próprio governo havia informado que isso seria regularizado neste mês de maio, o que segundo o próprio governo não ocorrerá, pois noticiou na mídia que o equilíbrio financeiro do Estado está previsto para o segundo semestre.

Com isso, após discutirem o assunto, as entidades de classe protocolaram hoje o documento cobrando do governador, Marcelo Miranda, a regularização do pagamento dos servidores públicos no dia 1º de cada mês.

Conforme o presidente do Sintras, Manoel Pereira de Miranda, isso é um desrespeito muito grande com a categoria. “O governo parece que não está entendendo os prejuízos que isso está causando na vida dos servidores, principalmente para aqueles que ganham os menores salários, são juros e multas que vem gerando transtornos financeiros”, destaca Miranda.

Ele acrescenta que é por isso que o Sintras repudia essa atitude do Governo que deve atender a reivindicação dos servidores e assim valorizando os profissionais da saúde que trabalham contribuindo para o crescimento deste Estado.

Igeprev

Com pauta da reunião as entidades sindicais reivindicaram também documentos sobre o processo do Igeprev ao presidente do Tribunal de contas do Estado, Manoel Pires dos Santos, através do ofício conjunto nº 011/2015 protocolado também na manhã desta quinta-feira.

O que as entidades requerem são documentos da Auditoria de Regularidades através dos processos de nº10398/2012 e de nº 12217/2012 realizada pelo órgão sobre o Instituto de Gestão Previdenciária do Tocantins – IGEPREV.

Os sindicatos almejam com a máxima urgência a aprovação da Lei do Igeprev, que foi discutida e alterada, com gestores do governo anterior.

O projeto de Lei chegou a ser enviado a Assembleia Legislativa, mas assim que o atual governo assumiu retirou da Casa de Leis.

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