O pré-candidato a governador do Tocantins pelo PSB, Carlos Amastha, afirmou no início da tarde desta terça-feira, doa 10, que a sigla está aberta ao diálogo por alianças partidárias com as mais diferentes vertentes políticas do Estado, mas exclui da lista o PSDB até que a sigla tome uma decisão: “O diálogo com o PSDB está inviabilizado até quando a direção estadual da sigla mantiver o processo de expulsão da prefeita [de Palmas] Cinthia Ribeiro”.

Na manhã desta terça-feira, um site de notícias gospel e de política de Palmas informou que Amastha e o presidente estadual do PSDB, senador Ataídes Oliveira, se encontrariam para discutir aliança visando as próximas eleições.

O ex-prefeito de Palmas fez questão de manifestar respeito ao partido e seus integrantes, mas “por lealdade à prefeita de Palmas, não pode iniciar qualquer tratativa com a sigla”. “Vencemos a última eleição com apoio do PSDB. Com Cinthia, o PSDB seguiu colaborando com minha gestão até o fim de meu mandato no último dia 3. E mais: o presidente estadual do partido, o senador Ataídes [Oliveira] desenvolve um papel importante no Congresso e o PSDB tem valorosos e importantes quadros. Porém, é questão de lealdade e condiciono qualquer tratativa ao fim do processo contra a nossa prefeita”, comentou.

Ele lembrou que Cinthia tem apoio irrestrito da direção nacional do PSDB Mulher e de figuras importantes do partido como o presidenciável Geraldo Alckmin sobre sua postura dentro da sigla.

UNIÃO EM PROL DO TOCANTINS

Amastha reforçou que desde que deixou a prefeitura no último dia 3 intensificou as articulações políticas visando a disputa pelo Palácio Araguaia e que as conversações são feitas com várias correntes políticas. “Mantivemos e estamos dispostos a dialogar com todas as siglas e entidades representativas da sociedade tocantinense que tenham propósitos, projetos e ideias para melhorar e desenvolver o Tocantins, arrumar conosco a bagunça que se instalou desde que a velha política deixou a gestão de lado e só se preocupou em cada um acabar com o outro, mas na verdade quase que acabaram com o Tocantins”, finalizou Amastha.

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