Pescador expõe pescado resultante da pesca artesanal
Pescador expõe pescado resultante da pesca artesanal

Resultado de um Termo de Cooperação Técnica entre o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Emprapa) foi realizado no período entre 25 e 29/04, diversas atividades com a comunidade pesqueira dos municípios de Esperantina e Araguatins, região do Pico do Papagaio.

As palestras ministradas pelos técnicos do Naturatins e Emprapa, foram propostas como alternativa de integrar esforços entre os parceiros, no sentido de elaborar uma pesquisa agropecuária, desenvolver a educação ambiental e discutir temas sobre adaptações tecnológicas à pesca artesanal existente na margem tocantinense do Rio Araguaia.

As ações foram divididas em três etapas, isto é, referente ao Plano de Gestão, Diagnóstico Participativo e Adaptação Tecnológica, e assinala a execução parcial do projeto Conhecimento e adaptação tecnológica para o desenvolvimento sustentável da pesca artesanal no Rio Araguaia.

Também são parceiros desta pesquisa instituições como Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro) e Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins).  Este trabalho está previsto para ser finalizado em 2018.

Além de Esperantina e Araguatins, a pesquisa irá abranger 14 municípios como Xambioá, Araguanã, Aragominas, Santa Fé do Araguaia, Araguaína, Pau D’Arco, Couto Magalhães Araguacema, Caseara, Pium, Lagoa da Confusão e Formoso do Araguaia.

“Para nós aqui de Esperantina é muito importante esse trabalho que o Naturatins vem desenvolvendo na Colônia de Pescadores. Porque a gente vai aprendendo cada dia mais. As palestras sempre são esclarecedoras e nos ajudam no nosso dia a dia”, relatou o pescador  Oneidison Pereira de Lima.

Da colônia de pescadores de Araguatins, a pescadora Francisca Gomes destaca a importância da presença do Naturatins e outros parceiros na região. “Com essa parceria nós podemos trabalhar juntos a conscientização da preservação das espécies do rio. Porque se não tiver pesca por consequência da poluição, a cidade vai parar. Os pontos turísticos vão desaparecer. Porque a economia do município gira em torno da pesca”, apontou a pescadora.

Durante a programação foi entregue aos pescadores, a carteira de Agente Voluntário do Meio Ambiente. Esta foi uma forma que o Naturatins encontrou de incentivar o pescador a desenvolver atitudes de proteção e conservação do meio ambiente.

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