Em meio ao período turbulento de crise política no Tocantins com a cassação dos mandatos do governador Marcelo Miranda e de sua vice, Cláudia Lélis, por “caixa dois” na campanha eleitoral de 2014, o prefeito de Palmas, Carlos Amastha, declarou que crise se vence com planejamento e gestão eficiente. “Enfrentamos há alguns anos em Palmas a maior crise econômica da história deste país. E vencemos. Vencemos com planejamento e gestão eficiente”, disse Amastha, ao relembrar que medidas de austeridade nos gastos são primordiais para o poder público.

Pré-candidato a governador do Tocantins pelo PSB, o prefeito de Palmas, Carlos Amastha, está a sete dias da renúncia ao cargo para a disputa do Palácio Araguaia na eleição de outubro deste ano. Entretanto, dependendo do entendimento do TSE, que nesta terça-feira divulgará as regras do pleito complementar, Amastha tem a intenção de disputar o comando do governo do Estado no chamado “mandato tampão”  ocasionado pela cassação de Marcelo Miranda.

O prefeito segue a agenda como chefe do Executivo palmense. Nessa segunda-feira, dia 26, ele entregou a nova sede do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), na quadra 603 Sul, em Palmas. Participou ainda da inauguração da Fundação Pró-Rim e entregou a nova estrutura da Praia da Graciosa. À noite, Amastha participou da formatura das primeiras turmas dos Cursos de Capacitação de Desenvolvimento de Lideranças para o Terceiro Setor, Formação de Coordenadores de Voluntários e Gestão Social Sustentável, promovidos pela Prefeitura de Palmas, através da Fundação Municipal da Infância e Juventude de Palmas e pela Fundação Escola Pública de Saúde de Palmas, em parceria com a Organização Não-Governamental Parceiros Voluntários. “O nosso trabalho não para. Palmas não pode parar e não vai parar em hipótese alguma.”

Gestão eficiente

Ao destacar a eficácia do planejamento de sua gestão, Amastha abordou o engajamento dos servidores que entenderam a necessidade de medidas bem antes da crise atingir em cheio o país em 2014. “Fizemos remanejamentos, houve cortes, redução de despesas e, por outro lado, intensificação de buscas e caminhos por novos projetos pois, independente de medidas para reduzir os impactos da crise, a gestão tem que seguir, tem que funcionar e funcionar bem”, comentou.

E, apesar da crise, celebrou alguma das realizações à frente da Prefeitura nesses últimos anos como, por exemplo, a construção de 20 novas unidades de saúde, uma delas um ambulatório com capacidade até de realizar cirurgias eletivas, três escolas de grande porte de tempo integral, oito novas creches, melhoria da limpeza pública, iluminação pública expandida para quase toda a cidade, pavimentação e trabalho intenso de reparos em vias públicas, além dos benefícios e direitos dos servidores pagos em dia. “Comprometimento, seriedade, trabalho, planejamento e eficiência são alguns dos ingredientes desse conjunto de ações que dão o tom de nossa gestão. E isso não faz parte de conjunto de promessas, são coisas que fizemos e estão aí para mostrar”, ressaltou. “Uma prova da confiança e credibilidade de nossa gestão: em todos os lugares que vou me perguntam: “O senhor, como governador, vai fazer isso no Estado?” Isso é muito gratificante. A população já sabe o que fazemos, como fazemos, ela confia e tem esperança em nossos atos”, finalizou.

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