Alan Sales é suspeito de atirar no empresário (Foto: Divulgação)

Esta sendo julgado nesta segunda-feira, 19, em Porto Nacional, o homem acusado de matar o empresário do ramo de combustíveis, Wenceslau Gomes Leobas. O crime aconteceu em janeiro de 2016.

Antes do início da audiência, que estava previsto para começar às 9h, o advogado de defesa solicitou a certidão de antecendentes da vítima, no estado de Goiás.

Borges é acusado de ser o executor do crime e ter atirado contra a vítima. O homicídio aconteceu no momento em que o empresário de 77 anos saía de casa. Por causa disso, o Ministério Público Estadual (MPE) pediu a condenação dele por homicídio com o agravante de ter dificultado a defesa da vítima, que foi pega de surpresa e desprevenida.

O outro suspeito de envolvimento na morte era José Marcos de Lima,encontrado morto dentro da Casa de Prisão Provisória de Palmas em 2017, enquanto aguardava julgamento. Ele teria dirigido o carro de fuga após o crime.

Investigações da polícia apontaram que a morte teria sido contratada por Eduardo Augusto Rodrigues Pereira, que também é dono de postos e na época do crime era presidente do sindicato dos revendedores de combustíveis. Duda Pereira, como é conhecido, chegou a ser preso depois de passar quatro meses foragido, mas foi solto após uma liminar do Tribunal de Justiça.

O crime teria acontecido porque Leobas não aceitava participar de um cartel para alinhar o preço dos combustíveis vendidos. De acordo com a denúncia feita pelo Ministério Público, Wenceslau Leobas, pretendia abrir um estabelecimento em Palmas. A intenção era praticar os mesmos preços do combustível vendido em Porto Nacional.

Wenceslau Leobas, morreu aos 77 anos, no dia 14 de fevereiro após ficar 17 dias internado. Ele foi baleado em Porto Nacional no dia 28 de janeiro, no momento em que saía de casa para trabalhar.
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