O salto de qualidade de Palmas na área de saneamento básico reflete a preocupação e atuação da gestão de Palmas em relação a questões de saúde pública e qualidade de vida da população. A análise é feita pelo prefeito da Capital e presidente em exercício da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), Carlos Amastha (PSB). “Os investimentos nas melhorias em saneamento básico em Palmas refletem a eficácia da nova política”, disse Amastha.

A avaliação é feita com base em reportagem da Rede Globo sobre a evolução de Palmas neste quesito. Conforme a matéria, apesar de a região norte ter os piores índices de atendimento, Palmas se destaca. “Em 2015, a água tratada chegava a 56,9% da população, enquanto a coleta de esgoto alcançava 16,42% e o tratamento de esgoto apenas 8,66%”, aponta a reportagem.

A reportagem aponta ainda: “No entanto, uma cidade da região se destaca pelos avanços no setor: é Palmas, no Tocantins, a capital mais jovem do país. Lá, entre 2012 e 2015, o saneamento deu um salto, praticamente universalizando o fornecimento de água (de 91,06% da população para 99,99%) e aumentando tanto a coleta de esgoto (de 50,99% para 71,08% dos moradores) quanto o seu tratamento (de 32,64% para 45,15%)”.

Graças ao empenho e exigência de Amastha, a partir de 2013, quando assumiu a Prefeitura, a concessionária de água e esgoto que atua na Capital investiu R$ 300 milhões em Palmas. “As obras de saneamento sempre foram classificadas como “obras que não dão voto” porque não aparecem para a população. Não pensamos isso. Pensamos em fazer o melhor para a cidade e para o cidadão palmense”, disse. “Esses investimentos foram para a cidade. É dinheiro da população de Palmas que voltou em serviços que beneficiaram a população de Palmas. Enquanto outros políticos corriam atrás da concessionária cobrando recursos para benefícios próprios, nós pensamos como sempre apenas em Palmas”, complementou o prefeito, se referindo a denúncias de propina da Odebrecht, antiga concessionária, a políticos de várias siglas do Estado.

A delação do ex-presidente da Odebrecht Ambiental, Fernando Reis, que era a responsável na época pelos serviços na capital comprova a declaração de Amastha. Conforme o depoimento do executivo no âmbito da operação Lava Jato, Amastha não recebeu nenhuma quantia da empresa. “Nunca pagamos absolutamente nada a ele. Ao contrário. Ao contrário, nós paralisamos os investimentos, mandamos mais de mil funcionários embora”, relatou aos procuradores.

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